quinta-feira, 7 de março de 2013

Capítulo 48 - I'll be Your Strength , I miss you

NOTA DA AUTORA: me perdoem, aqui estou eu humildemente de joelhos implorando perdão. EU GOSTO DE TUDO BEM FEITO E NÃO ESTAVA COM CRIATIVIDADE, MAS AGORA VOLTOU COM TUDO E AMANHA VAI TER MUITAS EMOÇÕES DE CINTHYA E MAX. SEI QUE VOCÊS NÃO ACREDITAM QUE VOU POSTAR AMANHA, MAS VOU RECUPERAR A CONFIANÇA DE VOCÊS! JURO!




POV NARRADOR.

– Eu vou fazer os shows, Siva. Só acho que não precisava jogar tudo em cima da Sophie. Ela quase terminou comigo. – Jay reclamava com Siva sobre o quase trágico ocorrido.
– Nós nunca iríamos querer isso Jay, Eu achei que falando com Sophie talvez ela convencesse vocês dois – Siva olhou para o Jay e o Max.
– Ok. Quantos shows vamos fazer por aqui? – Max resolveu acabar com a confusão.
– Graças a Deus a maioria dos shows será aqui, portanto, por aqui serão mais ou menos dezenove.
Martin sorria de orelha a orelha agradecendo mentalmente a Sophie. Conforme o tempo passava os meninos conseguirem organizar tudo. Como já haviam ensaiado antes de tudo acontecer, obviamente já sabiam de tudo do show e começariam semana que vem. Max mesmo concordando ainda estava meio receoso devido a Cinthya. Ele sabia que tinha que ter responsabilidade com a banda, mas a cabeça dele estava totalmente voltada para sua pobre namorada. O fato de não tocá-la o estava destruindo por dentro, e cada vez que ela se assustava ao vê-lo fazia-o se sentir um lixo. Ele já não dormia direito, ou comia direito. Mas algo dizia para que ele não desistisse tudo isso no final valeria a pena.

1 semana depois...

Os meninos já estavam no seu sétimo show e as garotas se reuniram para assisti-los pela televisão. Cinthya cada dia que passava estava se sentindo melhor. Já saia de casa tranquilamente e sentia saudades do seu namorado, embora o medo de tocá-lo ainda se fazia presente. Sophia estava na cozinha com um sorriso de orelha a orelha devido ao buquê de flores que ganhou e ao telefonema que recebeu de certo rapaz de cachinhos. A pipoca estava quase pronta e Cristina colocava refrigerante nos copos.
– Está começando. – Cinthya gritou da sala se ajeitando e apressando as meninas.
Sophie colocou rapidamente a pipoca enquanto Cristina segurava os três copos andando em direção a sala. Só foi o tempo de elas chegarem à sala que o show começou. Como sempre começou com invencible e elas cantaram e vibraram como se estivessem ali. Durante o show Max fez uma pausa e um toque diferente começou a tocar.
“Eu quero dedicar essa música a minha linda e perfeita namorada. Quero que ela saiba que eu a amo e que sempre vou estar com el não importa a dificuldade e nem o tempo. Quero que ela saiba que eu sempre vou ser forte por ela enquanto ela estiver fraca, que eu acreditarei nela enquanto ela mesma duvidar, que eu a ajudarei a andar quando for difícil o caminho. Eu te amo e sempre vou estar ao seu lado.”
Nesse momento Cinthya olhava abobalhada para a televisão sem acreditar no que acabara de ouvir. Ela perdeu suas dúvidas e os medos se foram. Ele estava ali publicamente deixando claro que ficaria com ela, mesmo ela o evitando e não suportando seu toque. As notas de I’ll be your strength ecoaram através da TV e todas cantaram juntas.

X

Max cantava com todo seu coração pedindo mentalmente que Cinthya estivesse vendo e que ela entendesse cada palavra da música. Algumas fãs tinham cartazes de apoio outras choravam enquanto cantavam. Max e Jay estavam felizes de alguma forma. Apesar de tudo suas fiéis fãs continuaram ali os apoiando e os amando da mesma forma senão até mais. Max sabia que o caminho ainda seria difícil, mas estava decidido a continuar andando por ele até chegar ao final. Nada como dificuldades para nos tornarmos mais fortes. Todos os shows por um milagre estavam lotados. Martin não poderia estar mais feliz. Por um momento ele achou que tudo iria por água abaixo e sem querer culpou as meninas por isso. Falando nelas ele resolveu ligar para saber como tudo está. Em três toques a voz conhecida de Cristina respondeu a ligação.
– Oi Cris, é o Martin. Só liguei para saber como vocês estão. – Ele perguntou um pouco alto devido ao barulho do show que ia diminuindo enquanto ele se afastava.
– Espera vou colocar no viva-voz.
– Oi Martin! – Todas responderam fazendo o empresário rir.
– Como vocês estão meninas? O show está bom?
– Está tudo ótimo aqui Martin. Manda um beijo pro meu Jay!
– Ah! E manda pro meu Nana. Martin.
– E para o Max! Fale que eu o amo e que eu vi a declaração.
O homem rolou os olhos com a melação das meninas e riu mesmo sabendo que elas não podiam vê-lo.
– Tudo bem eu mando. Só liguei para saber mesmo. Fiquem bem meninas. Estou com saudades.
– Nós também Martin.
Ele desligou mais tranqüilo por saber das meninas. Tudo estava correndo muito bem.

4 semanas depois...

Os meninos voltariam hoje. Todos estavam ansiosos. Sophie e Cristina arrumavam a casa como dois furacões nervosos enquanto Cinthya estava trancada em seu quarto pensando no que podia dar de presente para o seu namorado. Algo que o deixasse feliz. Uma idéia passou pela cabeça dela que teria que exigir coragem devido ao seu estado. Uma hora ou outra ela teria que enfrentar suas crises e seria hoje. Decidida, ela tomou um banho vestiu um short, blusinha soltinha com uma flor de estampa e um tênis básico. Colocou pouca maquiagem e ajeitou os cabelos. No quarto ao lado Sophie colocava um vestidinho solto e uma rasteirinha, fez uma trança lateral e fez uma maquiagem simples. Cristina vestiu uma saia florida e uma blusa preta com uma sapatilha preta. Fez um rabo de cavalo e finalmente desceu saltitante. Ela não via a hora de abraçar e beijar o seu baby. Meia hora depois a campainha tocou e Sophia e Cristina correram como se estivessem fugindo do demônio em direção a porta. Se atrapalharam um pouco por ter 4 mãos na maçaneta.
– Está tudo bem aí? – Cris ouviu a voz do Max.
– Sim. Sai Sophie eu abro porra! – Reclamou.
Os meninos riram imaginando a cena de Cristina e Sophia brigando para abrir a porta. Finalmente a porta se abriu revelando duas descabeladas e ofegantes garotas. Os olhos de Cristina correram pelos rapazes e acharam o Nathan. Ela gritou e correu na direção do namorando dando-lhe um beijo cheio de saudades. Ela pulou em seu colo e ele a segurou enquanto um ria para o outro.
– Senti saudades! – Nathan comentou risinho.
– Eu nem senti! – Ela mentiu e fez uma careta engraçada.
– Ouch! Essa doeu. Logo eu que estava pensando que a noite, poderíamos matar a saudade. – Nathan sussurrou no ouvido da loira a fazendo se arrepiar.
Suas mãos saíram da coxa da garota e comeram a subir em direção a bunda. Mas antes que ele chegasse ao caminho alguém pigarreou.
Cristina desceu do colo do Nathan toda envergonhada e olhou para Jay, Sophie e Max que estavam de caras feias os olhando.
– Vão para o quarto seus sem vergonha. – Jay fez voz de mulher fazendo todos rir.
– Seu desejo é uma ordem. – Nathan consentiu e puxou o braço de Cristina indo para cima com ela.
Chegando no quarto Nathan não deu chance nem de Cristina falar, ele a garrou e empurrou na cama.
– Eu senti tanta saudade, loirinha. – Ele beijou o pescoço da loira e ela suspirou alto.
Nathan não perdeu tempo e tirou sua blusa, tênis, calça e ficou somente de cueca. Cristina estava só de lingerie. Fazendo diferente Nathan começou os beijos pelos pés deixando uma leve mordida no dedão dela, subindo os beijos passou pela perna, deixou um na intimidade da Cris ainda com a calcinha, beijos barri pescoço e voltou para a boca. Os dois nesse momento estavam bastante excitados. Sem perder tempo Cris tirou o sutiã e Nathan os abocanhou fazendo Cristina gemer e seurar o cabelo do Nathan. A mão do rapaz desceu e parou dentro da calcinha da mesma provocando sua intimidade. A coisa que ele mais queria era estar dentro dela o mais rápido possível, mas primeiro ela tinha que estar preparada.
– Pula essa parte Nathan. Eu já estou pronta, anda!
Cristina exclamou ofegante e ele não perdeu tempo. Abaixou sua própria cueca e retirou a calcinha da loira. Ela abriu as pernas e ele se posicionou a estocando firme e profundamente. Nathan se sentiu finalmente completo por sua amada. A mesma estava gemendo sem parar com os movimentos do namorado. Era como se ele quisesse entrar dentro dela. Tamanha era a saudade e vontade de ter um ao outro.. Um beijo foi iniciado por ele a fim de abafar os gemidos altos de Cristina. Ele levantou uma perna da garota e colocou sobre o ombro facilitando as estocadas. Cris gemia alto e Nathan pode sentir a intimidade dela apertando o seu membro. Logo ela chegou ao ápice enquanto Nathan continuava os movimentos até ele chegar ao orgasmo tão merecido. No fim os dois ficaram deitados se recuperando e se preparando para mais uma rodada.

notas finais: esse capítulo só foi o aperitivo, capítulo seguinte altas emoções e surpresas. reta final ltk ;cc #chorem comigo.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Capítulo 47 - We'll get it right again

NOTAS INICIAIS:
Oi amores. No capítulo anterior eu esqueci do gif. Psé.
Porém hoje vai ter. fiquem atentas.


SOPHIE.

No dia seguinte Tom, Siva e Nathan me chamaram para uma conversa sobre os seus amigos. Eles me falaram sobre os 25 shows que eles teriam que cancelar pelo fato de Jay e Max não querer fazê-lo para ficar perto de mim e da Cinthya.

– Como assim?! Não. Eu vou falar com dos dois. Vocês não vão se prejudicar por minha culpa. – Me levantei, mas Tom segurou meu braço.

– Você sabe que nós nos preocupamos com você, Sô. Jamais pense o contrário. Pelo menos fale com eles para fazerem alguns shows por aqui por perto. – Tom falou.

– A maioria dos shows que faríamos ia ser por aqui. – Siva completou.

– Eu entendo vocês. Como eu disse – me levantei e os encarei. – vocês não vão se prejudicar por minha causa. – Antes que eles falassem mais alguma coisa eu saí.

Andei pelas ruas perto de casa e me sentei em uma sorveteria. Peguei meu telefone e fiz a minha ligação. Logo ele atendeu.

Sophie?!

– Oi Jay. Eu estou aqui na sorveteria que fica na esquina de casa. Pode vim aqui. Quero falar com você.

Ok.

Não demorou muito para que ele chegasse ofegante. Se eu não estivesse tão preocupada poderia até sorrir. Mas a situação não me permitia fazer isso. Eu tinha que fazer o que fosse preciso para o bem dele e da banda. Não iria deixar eles se prejudicarem por minha causa. Esse problema não é deles.

– Sophie?! – Ele me chamou.

 Eu lentamente levantei a cabeça e o olhei. Pela minha expressão ele percebeu que não era algo bom. Apontei para a cadeira que estava à minha frente e ele se sentou.

– Jay... eu – Limpei a garganta e lutei contra as lágrimas que ameaçaram aparecer. – é melhor nós terminarmos.

Assim que eu terminei de falar ele arregalou os olhos e piscou algumas vezes atordoado.

– Por quê? – Ele me perguntou num sussurro.

– Eu estou atrapalhando a sua vida, Jay. Eu não tenho o direito.

– Por que... De onde você tirou essa merda, Sophie? De onde? – Ele estava perdido.

– Sabe quantos shows você está prestes a cancelar, James? Tudo por mim?! Sabe o que isso vai fazer com sua carreira? Eu não... Não posso deixar isso acontecer. Eu não vou deixar você destruir tudo o que conquistou. Não vou deixar você acabar com sua vida. – Olhei para baixo e apertei os olhos. Logo senti mãos segurando meus ombros. O olhei e ele me olhava assustado.

– Será que você não entende?! A minha vida começou a ter sentido quando você entrou nela. Eu não vou deixar você sair dela, ouviu? Eu faço os shows. Eu faço. Só não me deixe, por favor. – Em seus olhos havia súplica. Comecei a chorar e ele me abraçou.

– Promete Sophie. Promete que não vai me deixar. – Ele sussurrou.

– Eu já era sua antes mesmo de você me conhecer, Jay. Não vou a lugar nenhum. – O apertei e ele se afastou para me olhar. Em seguida ele segurou meu rosto e me beijou.

Quando nos recuperamos eu falei com ele sobre fazer pelo menos os shows por aqui em Londres e para falar com Max. Ele concordou e passamos o resto do dia andando.

MAX.

– Como assim a Sophie saiu e você está com Nathan?! E a Cinthya esta sozinha?... Eu vou lá. Ela tem que comer... Como assim não é boa idéia?! Ela é minha namorada, droga. Má idéia foi você sair e deixar ela sozinha, Cristina. Eu vou lá e pronto.

Desliguei o telefone e o guardei no bolso. Coloquei uma blusa e fui em direção a casa da Cinthya. Ela estava sozinha e eu tinha que ver como ela estava. Já em frente a sua casa eu peguei a cópia da chave da porta e entrei. A casa estava silenciosa. Subi as escadas e passai pelo corredor parando em frente a porta do quarto da Cinthya. Suspirei e por fim bati na porta. Bati mais duas vezes e nada. Quando abri a porta ela estava dormindo. Sorri e ameacei me aproximar. Mas parei antes de fazer tal ato. Já posso imaginar o que aconteceria se ela acordasse e eu estivesse a tocando. Eu estou louco. Minha vontade é abraçá-la enchê-la de beijos e dizer que eu a amo, mas tenho que ser paciente.
Desci as escadas e logo estava na cozinha fazendo panquecas. Com o café da manhã pronto, coloquei tudo em uma bandeja e subi novamente as escadas. Empurrei a porta do seu quarto com o pé e me aproximei da cama colocando a bandeja em cima da mesinha ao lado da cama. Toquei de leve o braço da mesma e ela lentamente acordou. Cinthya piscou algumas vezes se acostumando com a claridade e quando os seus olhos pararam em mim eu percebi desespero neles. Antes que ela falasse algo eu me afastei para dar espaço.

– Por favor, não vou lhe fazer mal. Só fiz seu café da manha. – Me justifiquei e ela me olhava desesperada e ofegante.

– Como você entrou? Cadê as meninas? – Ela olhou em volta do quarto e seus olhos voltaram-se para mim novamente.

– Elas saíram e eu tive que vim fazer o seu café da manha. Não vim lhe fazer mal, por favor. Eu nunca faria... Você sabe. – Supliquei e dei uma passo para frente. Ela me olhou por uns segundos e fez sinal para que eu me sentasse no final da cama.

Sorri e obedeci. Ela então pegou a bandeja e toda desconfiada começou a comer. Minutos depois ela já havia acabado. Eu fiquei lá olhando para ela. Minha mão coçava para se esticar e alisar os eu cabelo, mas me contive. Aquilo estava me matando. Acabando comigo. Me levantei e peguei a bandeja do seu colo. Me abaixei e ameacei a dar um beijo em sua testa. Ela se encolheu e sua respiração se acelerou.

– Não. Não me toque. Não não. – Ela tentava se afastar e eu dei um passo para trás atordoado. Meus olhos queimavam e eu queria chorar. Mas não podia parecer fraco na sua frente. Não mesmo.

– Me perdoe. Não foi minha intenção lhe assustar. Me-me desculpe. – Me virei e sai de seu quarto em passos largos indo à cozinha. Quando cheguei no cômodo me permiti chorar como criança. Meu coração doía demais. Eu me sinto impotente. Ela precisa de ajuda e a última pessoa que ela queria no momento era eu. Não agüento isso. Eu preciso dela. Ela precisa entender isso.

CINTHYA.

Eu não consigo parar de tremer. As lágrimas já saíam com facilidade. Eu preciso dele. Preciso, mas eu não consigo suporta o seu toque. Meu Deus. Eu sei que ele esta sofrendo com isso, mas toda vez que vejo suas mãos próximas a mim eu me lembro dele e de suas mãos nojentas em mim. Me apertando. Não. Não dá. Ele uma hora vai cansar e me largar. Eu sei, mas não posso fazer nada. Não posso.
Me joguei na cama de novo e comecei a soluçar. O que eu fiz pra isso acontecer comigo? Eu tenho que achar um jeito de superar senão eu vou perdê-lo. Eu vou perder o Max. Me recuperei e fui para o banheiro. Lavei meu rosto e respirei fundo. Eu tenho que fazer algo. Mas o que?! Tirei minhas roupas e fui tomar banho. Hoje era o primeiro dia com o meu psicólogo. Eu tenho que voltar a antiga Cinthya. Eu preciso.

(...)

– Sente-se, Cinthya. – O psicólogo apertou a minha mão e me apontou a cadeira.

– Me conte como você está se saindo no dia-a-dia. – Ele entrelaçou as mãos e me olhou.

– Bem... esta tudo normal. Tirando alguns pesadelos e a sensação de estar sendo vigiada algumas vezes.

Enquanto eu falava ele anotava tudo.

– E sobre a parte de ser tocada? Percebi que você apertou a minha mãe sem problemas.

– Eu estou saindo bem... Quer dizer... com as meninas. Elas me tocam e os garotos também. O Tom, Siva, Nathan e o jay. O problema é o Max – encarei meus dedos – eu não suporto o seu toque. Eu quero que ele me toque só que eu tenho medo.

– Isso vai passar com o tempo, Cinthya. Você não suporta seu toque pelo fato dele já ter tido uma vida íntima com você assim como o seu ex. Vamos fazer o seguinte. Uma pequena tarefa. Todo dia você pelo menos vai ter que deixar ele te tocar onde você escolher e você vai tocá-lo também. Entende?

Suspirei. Eu vou fazer isso por mim e por ele.

– Sim. Entendo.

Depois de uma hora de conversa eu saí bem mais aliviada. Eu tenho que lutar por ele.