domingo, 25 de novembro de 2012

Capítulo 45 - Turning Tables

NOTAS INICIAIS:

Oi amores, demorei, mas aqui está mais um capítulo, espero que gostem, quer dizer, não é pra gostar que é triste, mas ok! k k k k k 
Deixem comentários, ok?
Boa Leitura.

I Still... - BackStreet Boys



Já fazia 24 horas que todos estavam no hospital, o estado de Sophie ainda era ruim devido à quantidade de sangue que ela perdera, Cinthya estava em outra ala no hospital, ela estava bem e os cortes com curativos, o único problema era o seu trauma sobre ser tocada. O que não surpreendeu nenhum pouco o psicólogo do hospital, mas para Max foi um choque, ele até então não sabia sobre o estupro que Cinthya sofreu, ele descobriu da pior forma quando foi tocar no rosto dela e a mesma começou a gritar e a chorar.

Flashback on

Max estava louco ao saber que Erick e Márcio estavam em algum lugar desse mesmo hospital sob custódia policial, como eles podiam deixam esses dois marginais no mesmo ambiente que elas? Depois de muita insistência do Thomas e do Siva ele foi para casa para pelo menos comer algo e tomar um banho, fome era a última coisa que ele sentia. Logo ele estava de volta no hospital e foi parado pela médica responsável por Cinthya.

- Posso falar com o senhor? – ela estava séria.

- Pode ser daqui a pouco? Depois que eu vê-la. – ele estava tão ansioso para ver sua princesa, saber como ela estava.

- É sobre isso que eu queria falar. – ela o encarou e ele franziu a testa, o que há de errado?

- O que aconteceu com ela? Ela esta bem? – o desespero era notável em sua voz.

 - Sim, ela está, mas tem algo que eu queria diz... – Ela não teve a chance de falar, pois Max saiu andando rápido em direção ao quarto que Cinthya estava.
Ao abrir a porta ele deu de cara com ela deitada olhando para a televisão, um sorriso apareceu em seu rosto, ela estava bem. Ele não perdeu tempo e logo entrou no quarto.

- Hey! Como você esta se sentindo princesa? – ele sorriu com carinho e a mesma o encarou com o rosto passivo sem demonstrar nenhuma emoção, o que fez Max estranhar.

- Cinthya? – ele se aproximou e esticou sua mão para tocar o rosto da mesma, ela arregalou os olhos enquanto fitava a mão dele se aproximando, por que ele queria tocar nela? O que ele ia fazer?

Gritos se fizeram presentes no quarto misturados a lágrimas, Cinthya se remexia na cama como se quisesse fugir de algo ou de alguém. Max estava espantado, qual era o problema dela? Por que ela não o deixou tocar nela? O que há de errado?

- Cinthya, pelo amor de Deus, sou eu, o Max, o seu Max meu amor – ele mais uma vez se aproximou e ela gritou mais ainda.

- Sr. George, deixe à paciente, por favor. – Logo a médica apareceu na porta com uma enfermeira que correu para o lado da Cinthya e lhe aplicou uma injeção a fazendo dormir.

 Ele estava horrorizado, seus olhos se movimentavam com rapidez por todo o quarto e sua cabeça girava, desde quando Cinthya não gostava de seu toque. Seus olhos se voltaram para aquela mulher dormindo na cama com lágrimas na bochecha, aquela era mesma a sua princesa? Por que ela não queria que ele a tocasse? Seus olhos se moveram mais uma vez e ele fitou a médica que fez sinal para que ele a acompanha-se até sua sala.

- Como assim estuprada? – ele se levantou da poltrona e andava de um lado para o outro enquanto esfregava a cabeça freneticamente.

- Sinto muito, foi tanto anal como vaginal. Parece que temos um caso de trauma pós-estupro, mais uma vez sinto muito. – a médica o olhava com pesar.

- Esse filho de uma puta tocou nela, eu vou matá-lo, vou. – Max estava fora de si, como o desgraçado ousou fazer isso com ela?! E agora ela não agüenta nem ser tocada. Um desespero bateu, e se ela não voltar ao normal? E se ela nunca mais permitir que ele a toque? Como eles vão ficar?

Ele encarou a doutora e ela logo entendeu o que ele queria dizer.

- Sim tem cura, claro que em alguns casos esse trauma demora mais para desaparecer. – sua voz era firme e ela fez sinal para que ele voltasse a se sentar. – você vai ter que ser extremamente paciente com isso Sr. George.

- Me chame de Max, por favor. – era quase um sussurro.

- Tudo bem, Max. Como eu ia dizendo, você terá que ser paciente e saber respeitar o espaço dela. Uma pessoa que foi vítima de estupro leva consigo insegurança, culpa, problemas sobre ter relacionamento íntimo, síndrome do pânico, vergonha, algumas fobias e o pior e no qual você terá que tomar o maior cuidado é a tendência suicida. Max, o assunto no qual estamos tocando aqui é extremamente delicado, ela terá que vir duas vezes na semana para se consultar com o psicólogo. – ela prosseguiu com firmeza enquanto Max a encarava com os olhos arregalados. – Eu preferi falar isso primeiramente com você devido ao fato de você ser o namorado dela, ela terá que pegar confiança de novo, confiança nela e em você.

- Eu entendo. – Ele olhou para a doutora com lágrimas nos olhos e percebeu que estava prendendo a respiração, como as coisas puderam chegar a esse ponto, o que ele poderia fazer sobre isso? É algo além da sua compreensão.

- Não se preocupe Max, você não vai estar sozinho nessa, eu vou conversar com a Sophie assim que ela se recuperar, eu preciso que você seja forte agora. – a médica o encarava sério e ele concordou com a cabeça ainda desnorteado.

Flashback off

Depois disso Max conversou com o psicólogo que lhe deu algumas dicas de como lidar com isso, Siva, Nathan e Tom foram a uma coletiva de imprensa junto com Martin para explicar o que houve, isso terminou virando o assunto do momento, por incrível que pareça as fãs deram um apoio nunca visto, sempre mandando mensagens de conforto e de carinho. Sobre o assunto de Cinthya foi combinado manter sigilo, ela receberia alta no outro dia e ficaria sobre os cuidados de Cristina e do Max enquanto Sophie não saía do hospital.

- Quantos shows a gente vai ter que cancelar, Martin? – Tom encarou o empresário que suspirou pesado, esse problema estava ficando cada vez pior, uma reunião teve que ser marcada para acertar o futuro da banda.

- Vamos ter que cancelar 25 shows rapazes. – Martin encarou os meninos que arregalaram os olhos. Vinte e cinco shows eram muita coisa e eles não poderiam fazer sem Max e Jay que no momento estavam batendo o pé e dizendo que não sairiam de perto de suas namoradas.

- Precisa ser esses vinte e cinco mesmo? – Siva foi o primeiro a perguntar.

- Sim rapazes, pelo menos vinte e cinco até as meninas melhorarem ou até Max e James decidirem cantar. – Martin esfregou a cabeça, isso esta saindo do controle, imagina os problemas que ele iria ter, cancelar show, perder dinheiro. Claro que ele se preocupava com o bem-estar das meninas, mas a carreira dos garotos estava em jogo, principalmente agora que eles estavam se tornando conhecidos








quarta-feira, 14 de novembro de 2012

RECADINHO! ♥


Oi gente então, eu sei que muitas aqui são do Nyah e me acompanhavam lá, e quero agradecer a fidelidade para comigo, vocês são perfeitas!
Eu fiz outra fic, só que ela não fala sobre The WANTED, ela na verdade é original, isso é meio novo, porque os personagens são de autoria minha, eu terei que fazer as personalidades e é bem mais difícil, porque quando eu escrevo sobre os meninos, eu meio que já sei como cada um é! Mas eu estou muito animada e tenho muitas idéias para ela, e mais uma vez estou aqui pedindo o apoio de vocês, leiam por favor e se puder comentem, mas tipo me falem se vocês acham que eu devo postar lá no Nyah ou fazer um blog, o que for melhor para vocês! O importante é eu ter resposta e saber o que vocês acham!

Eu vou postar aqui a foto da capa e a sinopse da história, ok?!
Eu estou MUITO animada com ela, e eu acho que vocês vão amá-la tanto quanto eu já a amo!
Para poder ir ler a história é só clicar AQUI
Me respondam eu posto no Nyah ou faço um Blog? Quero ajuda ♥




Elisabeth Connelly, uma jovem de 22 anos que sai de sua casa em Malibu e se muda para a grande Los Angeles para poder fazer tua são sonhada faculdade e poder se tornar uma escritora. Lá ela conhece várias pessoas entre elas o Dylan, um belo jovem com seus 23 anos, divertido, alegre, bonito e facilmente apaixonante, também conhece o renomado empresário Jason Burgmann, um homem com seus 28 anos, solitário, sério, sensual, bonito e interessante. Os dois rapazes que passam em sua vida são bem diferentes, embora os dois fiquem bastante interessados nela, mas mesmo que a personalidade dos dois seja diferente uma grande surpresa vai fazer com que Elisabeth perceba que eles têm algo muito mais em comum do que ela esperava. Ela então terá que fazer uma escolha, ela fica com o divertido e amoroso Dylan ou escolhe o reservado e charmoso Jason?



Capítulo 44 - Emotions

NOTAS INICIAIS:
Olá, desculpe a demora.
Boa Leitura!
PS: O gif tem uma frase nele, mas não reparem haha! 

Sing - My Chemical Romance



Siva, Tom, Nathan e Cristina estavam reunidos na sala contando os minutos para poder chamar a polícia, Thomas sabia que aquilo era uma má idéia, como eles podem ser tão ingênuos e cair na conversa Erick?

- Já esperei demais. – ele se levantou e pegou o telefone para chamar os policiais, Siva então segurou seu braço.

- Não Tom, se controla, eles falaram que vão ligar.

- E você acha que eles vão ligar? – ele estava gritando a essa hora.

- Vamos esperar, Thomas. – Nathan falou sério.

- AH! Claro, vamos esperar eles estarem mortos ai a gente vai fazer contato com eles em outra vida.

 Cristina se levantou do sofá e deu um tapa na cara do mesmo fazendo ele se assustar e colocar a mão no rosto.

- Se controla, porra! Vamos esperar eles ligarem, tenha um pouco de fé.

Todos estavam olhando espantados para Cristina, ela nunca foi esse tipo de mulher, mas naquele momento com os nervos a flor da pele não era legal Thomas começa com seu sarcasmo, não mesmo.

- Me desculpe Tom, eu perdi o controle.

- Esquece, vamos esperar eles ligarem. – ele então se retirou da sala e foi para a cozinha, Cristina começou a chorar enquanto Nathan a abraçava, o clima não estava nada bom.

- Cinthyaaa! – O grito desesperado de Max aumentou a tensão de todos, quem deu a porcaria do tiro?

Michelle se vira para olhar pelos lados pra ver quem estava com a bendita arma, mas logo sente uma enorme dor em seu estômago fazendo a mesma encolher e levar suas mãos em direção da dor. Ela cria coragem e quando olha suas mãos estão cheias de sangue, ela arregala os olhos e sua visão começa a ficar turva e sua respiração fica pesada.

- Eu sinto muito. – aquela voz? Por quê? Não pode ser.

Ela se vira para encarar a amiga com a arma apontada ainda na sua direção e seu olhar incrédulo.

- Por quê? – ela falou com dificuldade, parece que a escuridão estava se aproximando.

- Por que você está fora de si amiga, eu precisava fazer isso, você não me escutou, eu sinto muito. – ela estava chorando demais.

Michelle não agüentou e caiu de joelhos, a dor em seu estômago aumentou e sua visão já não era privilegiada, ele direcionou seu olhar para o Max que olhava espantado para ela, lágrimas começaram a cair, ela amava tanto aquele homem, por que ele não podia ter o mesmo sentimento? O que a Cinthya tinha que ela não tinha? Era tarde pra saber, a escuridão finalmente chegou e ela caiu no chão se deixando levar. Rebecca finalmente abaixou a arma e fitou o corpo de sua melhor amiga sem vida, ela sabe que fez a escolha certa, mas poderia ela viver com essa culpa? Poderia ela continuar vivendo sabendo que foi capaz de matar a sua melhor amiga, rapidamente flashes de momentos felizes com Michelle passaram em sua memória, elas correndo na chuva, elas no karaokê, brindando, dançando na balada, pulando no sofá alegres ao saber que estavam namorando os meninos. Não, ela não ia conseguir viver com isso, ela sabia o que queria fazer, ela não tinha mais nada a perder mesmo. Com os olhos cheios d’água e as lágrimas caindo sem esforço ela se virou encarou James que estava olhando assustado para a mesma, a pele dele tomada por uma vermelhidão devido ao esforço, seus cachos bagunçados e seu rosto um pouco sujo por causa da terra, ela sorriu, ele continuava lindo mesmo desse jeito, pelo contrário da Michelle ela sabia que tinha jogado a felicidade dela fora quando terminou com James, ele era perfeito e ela não soube aproveitar, ela sabia que Sophie era a certa pra ele, ela não pode obrigá-lo a amá-la se ele não sente isso, o sentimento não é mútuo.

Ela encarou a arma e apontou para sua cabeça, ela nessa hora já podia escutar seu coração batendo rápido, ela olhou para James que estava gritando, falando para ela não fazer isso, mas ela não podia ouvir, era como se estivesse passando um filme no mudo, ele sabia que ele estava gritando para ela parar, mas ela não ouvia. Ele se preocupa, ela então o encara e sem som algum ela só mexe a boca formando a frase: EU TE AMO! Ele tenta se mexer mais algumas vezes, mas Márcio está em seu caminho, ele continua gritando chamando seu nome, porém ela não está mais escutando, ela vai se juntar a sua amiga e encontrar a sua liberdade. Então ela puxa o gatilho e cai logo em seguida, Rebecca se matou, James arregala os olhos e a fúria toma conta ele empurra o Marcio que bate a cabeça em uma pá que está pendurada na parede e desmaia, ele vai pra cima do Erick e o segura dando liberdade para Max desacordá-lo também, com os dois desmaiados eles finalmente correm para ajudar Cinthya e Sophie.

- Sophie, acorda meu amor. – ele colocou-a em seu colo e acariciou o rosto mole da menina desmaiada. - você vai ficar bem, você vai.

- Max? – Cinthya está fraca e Max a abraça.

- Eu estou aqui, está tudo bem agora. – ele a embalou no colo.

- Já demorou demais gente, será possível? – Tom esfregou a mão no cabelo e começou a andar de um lado para o outro, mas logo para quando o telefone toca.

Eles ficam parados se encarando.

- Meu Deus, eu atendo. – Cris revirou os olhos e atendeu orando internamente para que seja James ou Max com uma boa notícia.

 Alô?... Oh! Graças a Deus!... vocês estão bem? E elas?... sim, tudo bem....estamos indo.

- Eles estão bem, mas as meninas perderam muito sangue, liguem para a polícia e para a emergência.

Em alguns minutos eles estavam chegando ao antigo celeiro, Sophie estava deitada no colo do James e Max estava sentado ao lado de Cinthya, quando eles levantaram o olhar logo sorriram e o alivio era nítido, estava tudo bem agora. Os policiais saíram correndo da viatura e James apontou lá pra dentro indicando o lugar onde Erick e Márcio estavam.

Finalmente tudo deu certo, bem depois que James contou o que houve todos ficaram chocados, quem iria imaginar Michelle e Rebecca envolvidas com eles? E quem ia imaginar Rebecca matando sua melhor amiga e depois se matando, era muita informação para uma pessoa só. No fim todos estavam no hospital e logo iriam para a delegacia prestar depoimento, os meninos estavam preocupados, imagina o “bafafá” que vai rolar na mídia, as entrevistas, as fãs o que elas vão achar depois disso? A carreira deles vão estar afetadas?



quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Capítulo 43 - Crossfire

NOTAS INICIAIS:

Lindezas me perdoem por demorar, mas aqui está um capítulo cheio de emoções para vocês, beijos.

Uma música para ouvir e um gif no fim do Capítulo representando o texto destacado! <3

The Kill -30 seconds to mars


POV Max


Andamos lentamente em direção ao grande portão de madeira desgastado a frente, de repente se podia sentir a tensão, meu coração batia assustadoramente rápido e minha respiração era pesada, minhas mãos estavam suadas, a cada passo que eu dava em direção ao antigo celeiro meu corpo se contraía, eu estava com medo, muito medo, medo do que eu irei ver ao abrir o portão.

Estávamos nós três frente ao portão, nos entreolhamos e eu pude sentir um grande suspiro vindo de nós três ao mesmo tempo. O suspiro antes do mergulho. Ao abrir aquele portão nós sabíamos que nossas vidas jamais seriam as mesmas. Respirei fundo e empurrei o portão adentrando ao local, estava tão escuro.

- Que luz é aquela? –Sophie apontou para a direção da luz.

- Vamos ver. – Jay deu um passo para frente e continuou seu caminho até a luz.

Chegamos no lugar onde a luz se fazia presente e simplesmente congelamos com a cena a nossa frente. Eu pisquei repetidas vezes para acreditar no que eu estava vendo. Cinthya com o rosto todo machucado e sentada e uma cadeira enquanto olhava para o nada com uma expressão inconsolável. Esfreguei a cabeça freneticamente e minha respiração se acelerou, eu queria ir até ela, juro, mas minhas pernas me traíram ficando paradas, imóveis.

- Meu Deus, Cinthya. – Fui tirado do estado de choque pelo grito de Sophie, ela correu para o lado dela e começou a sacudi - lá e ela não se movia.

- Meu amor, o que ele fez com você? – minha garganta se fechou e senti que ia chorar. A minha princesa, minha pobre princesa.

- James, Max, CUIDADO! – o grito desesperado de Sophie fez com que e Jay nos virássemos para trás, mas era tarde, Márcio e Erick nos pegaram desprevenidos fazendo que com desmaiássemos.

POV Rebecca

- Isso já passou dos limites, Michelle, você não vê que seqüestro é crime. – falei desesperada para Michelle que deu de ombros.

- Hoje eu me vingo e o Max será meu. – ela sorri e seus olhos ganham um olhar perverso e então ela me encara. – Não se atreva a dar pra trás agora, estamos juntas nessa.

- E-eu, eu acho que é loucura.

- Não ache nada, somente faça!

Não estou me sentindo bem, de verdade, eu amo o James, amo com todo meu coração, mas jamais o magoaria desse jeito, meu Deus!

POV Narrador.

Max e James lentamente abriram os olhos, a dor de cabeça era insuportável, mas não chegava nem perto da sensação de ver suas namoradas em sua frente , o desespero bateu, o que eles vão fazer com elas? Não, Não, Não.
Márcio estava atrás de Sophie e Erick atrás de Cinthya.

- Olhem pra cá, vocês dois. – Erick sorriu sombrio e puxou os cabelos de Cinthya fazendo ela se levantar e gemer de dor.

Max tentou se mexer, porém estava amarrado.

- Não toque nela seu desgraçado. –Max falou entre dentes.

Erick sorriu e cheirou os cabelos de cinthya, Max cerrou mais ainda os dentes a raiva estava tomando conta dele até que seu sangue sumiu do rosto quando ele percebeu que Erick tinha uma faca em sua mão.

-O que você vai fazer? – ele perguntou cautelosamente.

- Nós vamos fazer vocês sofrerem assim como nós sofremos ao saber que elas estavam namorando vocês. – assim que ele falou o Márcio que também estava com uma faca cortou o braço da Sophie fazendo a mesma dar um grito de dor e começar a chorar.

Jay tentou se soltar, mas também estava amarrado.

- Qual é a sensação Rapazes? Estar tão perto do amor de vocês e não poder tocá-las, tirá-las do perigo? Como é se sentir impotente? Hãn? – Erick falou e cortou a cintura de Cinthya fazendo a mesma gritar, Max se remexia e havia raiva em seus olhos.

E assim foi a longa e dolorosa meia hora, os meninos vendo as suas namoradas serem torturadas e sem eles poderem fazer nada, depois da longa tortura Sophie estava desmaiada e cinthya fraca no chão, havia muito sangue nelas.

- Agora eu vou matar você, Max. – Erick estava com os olhos arregalados e vindo de encontro com MAX.

- O que pensa que está fazendo, Erick? –aquela voz? Max conhecia  áqüela voz, porém não queria acreditar.

Michelle e Rebecca saíram da escuridão e foram de encontro a Erick, James e Max estavam com os olhos arregalas, eles não acreditavam que eram elas, as duas.. com eles.

- Por que? – Max perguntou entre os dentes.

Ela por um breve momento encara Erick e se vira para Max, ela estava fora de si, louca.

- porque eu te amo e ninguém além de mim vai te amar, eu não vou deixar. – ele a olhou incrédulo.

-Max, nós fomos feitos um para o outro você não vê, ela. – Michelle apontou para Cinthya que estava no chão, fraca. – ela é o problema, ela está nos separando, assim que ela se for, nada vai nos separar meu amor. –ela alisa se agacha e alisa o rosto do Max, em seguida ela se levantou e ele pôde perceber uma faca em sua mão, ela estava ido em direção à Cinthya, à sua princesa.

- O que você vai fazer, Michelle? – Max elevou a voz e ela sussurrou:

- Vou acabar com o que nos separa. – sua voz era fria, distante. Seus olhos brilhavam de emoção, de... loucura.

- O QUE VOCÊ ACHA QUE VAI FAZER SUA PUTA!- Erick de repente agarrou os braços de Michelle e ela o olhou confusa.

- Eu vou matar a vadia, está cego? – ela falou tentando se soltar porém ele a segurou mais forte. Márcio chegou logo sem seguida.

- Você não vai tocar nela, ela é minha sua louca.

- Eu vou acabar com ela, ela não vai sair daqui viva.

- Mate-a e eu mato esse merda desse careca que você tanto ama.- Não, por favor!

Enquanto os três discutiam, Rebecca observava com grande interesse o chão, levemente ela arregala os olhos e encara a pequena briga formada, sem ser percebida ela chega perto do James e retira uma navalha do bolso, o mesmo arregala os olhos e recua, ela o olha com paixão e sorri, um sorriso fraco, de arrependimento. Ela então pega a navalha e joga fazendo a mesma parar perto das mãos amarradas do James, ele a olha com surpresa e confusão, ela sorri e solta um “boa sorte para ele.”

A briga aumenta e James aproveita o momento para cortar as cordas que o prendem, já solto ele joga rapidamente a navalha para o Max e volta a posição que estava, fingindo que estava amarrado. Max rapidamente corta a corda e continua na mesma posição, os dois se entreolham e esperam a hora certa para atacar, com calma eles se movem e correm em direção ao Márcio e ao Erick, James pula em cima do Márcio e Max com toda raiva dá um soco na face de Erick que cai no chão, rapidamente se forma uma briga entre os quatro, deixando assim Michelle livre para terminar o que começou, ela se vira e começa seu caminho até a Cinthya, seu olho estava negro, havia ódio, rancor, inveja. Ela se agacha no chão e olha com desdém para Cinthya que levanta a cabeça levemente para olhá-la, ela está fraca demais para reagir, ou tentar fugir.

- Michelle. – Rebecca a adverte, mas atoa.

- Cala a sua boca, sua merda. – ela fala com ódio em sua voz  e Rebecca Suspira.

- Sabe qual é o lado ruim de te matar? – ela pergunta à Cinthya que nada responde. –é que eu só posso fazer isso uma vez.

Ela então sorri e levanta a mão segurando a faca pronta pra cravar nas costas de Cinthya, mas antes dela fazer um tiro é disparado e todos congelam, os quatro rapazes que estavam brigando param bruscamente e encaram com os olhos arregalados para o local do barulho, Cinthya arregala os olhos assim como Michelle, da onde veio o Tiro e em quem acertou?









sábado, 27 de outubro de 2012

Capítulo 42 - But I wish I was dead

NOTAS INICIAIS:

Oi lindezas, demorei não é? Enfim... Aqui está mais um capítulo, irei colocar a música para escutar enquanto leem e haverá um gif no final para representar a parte destacada.

PS: Nesse capítulo haverá cena de estupro, e serão cenas fortes, por isso se você não aguenta, ou não gosta de ler coisas desse tipo NÃO LEIA ESSE CAPÍTULO, bem... já deixei avisado.

Boa Leitura morecos (: xX


Bad Romance - 30 Seconds to Mars (cover)



- Enfim a sós. – ele sorriu e eu me encolhi em um canto, olhei em volta e observei atentamente o lugar escuro e sombrio no qual estava. – Sabe... Eu esperei demais por esse momento. – voltei meu olhar para Erick que se aproximava de mim. – momento em que ficaria somente você e eu. – ele alisou meu rosto e eu desviei dos seus toques o mais rápido que pude.

- Não pense que você vai ter algo de mim. – praticamente cuspi as palavras, por dentro eu estava morrendo de medo de sua reação embora eu não estivesse demonstrando tal sentimento exteriormente.

O mesmo se levantou e esfregou a nuca ficando de costas para mim, ele andou de um lado para o outro algumas vezes, ele parecia bastante perturbado.

- Eu achei que a gente pudesse se acertar. – ele falou enfim.

- Erick, não existe mais a gente, acabou. – falei com cautela.

¹Ele me encarou e apertou uma barra de ferro com força, talvez estivesse descontando sua raiva no objeto mais próximo, ele então apertou os lábios e apontou para mim.

- Você. – ele fez uma pausa e voltou a falar. – você está querendo dizer que não é minha? – ele me perguntou lentamente.

- Eu nunca fui Erick, tenta entender que a gente não dari... – ele não me deixou terminar de falar e veio em minha direção.

- Você nunca deixou de ser minha. – ele segurou meu queixo e apertou. –está ouvindo? Eu vou provar que você é minha, só minha. – ele puxou meu queixo e meus lábios se chocaram com os dele, apertei meus olhos, aquilo não estava acontecendo.

Ele me segurou com força e começou a beijar meu pescoço enquanto sua mãe esquerda retirava  meu casaco. Tentei falar, mas ele me impediu me beijando de novo, com violência ele tirou meu casaco e minha blusa deixando assim meus seios a mostra, ele os fitou por um tempo e sorriu, lágrimas invadiram meu olhos e cruzei meus braços sobre meus seios numa tentativa de esconder os mesmos. Erick puxou meus braços e com urgência sua mão direita foi parar no meu seio esquerdo.

- Para com isso. – com toda minha força proferi a frase.

- Será que você não percebeu que não tem escolha? – ele semicerrou os olhos e seus lábios pararam no meu seio direito.

Por várias vezes tentei me afastar, mas ele era mais forte que eu, sua mão desceu até minha intimidade que no momento só estava tapada pela calcinha e fizeram movimentos urgentes. Eu estava com uma mistura de nojo e ódio, quando você está prestes a ser violentada suas emoções ficam num borbulho, o desespero bateu quando reparei que ele só estava de boxe preta, parece que a ficha caiu, sim, eu ia ser estuprada, fui retirada dos meus pensamentos com uma tapa violenta em meu rosto. Ele não perdeu tempo e retirou a minha calcinha e sua boxe logo em seguida, meus olhos fitaram rapidamente seu membro e se dirigiram para o seu rosto, arregalei meus olhos e abri a boca.

- Por favor. – juntei forças para um sussurro suplicante. – não.

- Cala a boca. – ele dessa vez me deu dois socos no rosto e eu fiquei tonta com tamanha dor.

Não demorou muito e eu senti uma ardência enorme, ele havia me penetrado violentamente, apertei os lábios para conter os gritos de dor que aquela sensação proporcionava, seus lábios passeavam no meu pescoço e eu soltei um gemido de dor, não consegui conter, aqueles gritos eram de socorro, inútil já que ninguém estava nos ouvindo. Depois de alguns minutos as investidas violentas de Erick se cessaram, respirei cansada e chorei com mais intensidade, olhei para o lado e estiquei os braços puxando meu casaco para perto. 

- Ainda não acabei. – ele sussurrou em meu ouvido e rapidamente me fez deitar de bruços e se colocou por cima de mim novamente. – sabe... –ele cuspiu em seus três dedos e passou os mesmos entre minhas nadegas - eu gosto por trás também. - em seguida ele estocou forte contra mim invadindo a parte do meu corpo que até então eu matinha intacta. Sexo anal nunca pareceu algo bom e que fosse realmente trazer algum prazer pra mim. Sempre me recusei aos pedidos e choramingos de Erick quanto a isso e agora ele estava consumando sua vontade do pior jeito possível.

Soltei um grito desesperado de dor, essa sensação eu não recomendo para 
ninguém, as investidas se intensificaram assim como a dor também, eu 
sentia como se algo estivesse se rasgando dentro de mim, minha visão 
começou a embaçar e a dor estava bem longe do que era no começo, a dor
foi tanta que eu fiquei fraca, não demorou muito e senti um liquido quente
dentro de mim, Erick chegara ao seu ápice.

- Isso foi perfeito, perfeito meu amor. – ele beijou minha bochecha e se
levantou em seguida.

Esperei mais alguns minutos e me sentei, a dor ainda se fazia presente, não
tanto quanto antes, mas ainda era incômoda.²Automaticamente me 
abracei e comecei a chorar, eu sentia nojo de mim, nojo do meu corpo, eu
não desejo esse pesadelo nem para o meu pior inimigo, ainda chorando
comecei a vestir minhas roupas com certa dificuldade, Erick não demorou muito e voltou ao local no qual eu estava.

POV’S Max

Eu estava em choque, aquele desgraçado estava com a minha princesa, ele
a tomou de mim, a raiva falava mais alto, eu não consegui reagir quando
soube da notícia, até mesmo eu me surpreendi com a tamanha calma que eu
estava, mas na verdade era raiva reprimida, fiquei quieto o caminho todo
pensando como ela estava, ou se ela estava ferida, eu não quero nem
pensar se ele fez algo com ela.

- É aqui. – James parou o carro em frente a um antigo celeiro no meio do nada.

- Vamos. – Sophie foi a primeira a sair do carro e eu fui o segundo.

O lugar era completamente abandonado e escuro, um vento gelado apareceu
e eu fui obrigado a cruzar meus braços numa tentativa de me proteger, nos
encaramos mais uma vez e devagar fomos em direção ao velho celeiro que
estava na nossa frente.






¹

²

É isso ai lindezas, peguei pesado não é? Mas vamos ser realistas, era meio que óbvio disso acontecer, enfim, quero meus comentários porque isso me incentiva MUITO a escrever, beijos, paz e amor ♥

PS: Quero agradecer a Glau que me ajudou a escrever esse capítulo devido a minha falta de criatividade, obrigada meu anjo s2


domingo, 21 de outubro de 2012

Capítulo 41 - It's now or never

NOTAS INICIAIS:
Oi lindezas, então a fic está chegando ao fim e como eu disse haverá segunda temporada, vai ter um gif no final do capítulo representando a parte destacada e vou colocar a música para escutarem durante o tempo que vocês irão ler. Boa Leitura e por favor, deixem comentário, isso me incentiva MUITO <3

Meet me on the Equinox - Death Cab for Cutie




Sophie POV’S

- O que acharam da apresentação? – Thomas falou ansioso.

- Amor, você foi ótimo, todos vocês foram. – Kelsey deu um beijo no Tom

- O que foram aquelas meninas puxando a sua calça, seu James? – falei brincalhona e ele passou os braços em minha cintura.

- Você sabe que eu só tenho olhos pra você né? – ele roçou seus lábios no meu e nos beijamos.

Chegando ao final do evento fomos para a festa logo em seguida, tinha muita gente lá e vários famosos, vários deles vinham até onde estávamos para elogiar o desempenho dos meninos, estava tudo simplesmente perfeito, não tudo porque faltava uma pessoa aqui, era a Cinthya. Falando nela eu estava com um pressentimento estranho, algo me falava para ir correndo até em casa.

- Que cara de bunda é essa Sô? – Cristina chegou eufórica.

- Estou com uma sensação ruim. – falei pensativa.

- Vocês quando estão assim termina acontecendo algo mesmo, tenho medo. - ela falou agora séria.

- O que foi, vida? – Jay se aproximou

- Estou com um pressentimento ruim jay. – o encarei.

- Relaxa, vamos aproveitar mais um pouco e a gente vai pra casa pode ser? – Ele beijou minha cabeça e eu concordei.

A festa estava rolando e eu não consegui aproveitar mais nada, minha cabeça estava em casa, eu queria ir o mais rápido possível pra lá e parecia que as horas não passavam, é incrível que quando você está animada parece que a hora voa, mas quando você esta querendo ir embora os segundos parecem minutos.

- Vamos? – Fui tirada dos meus pensamentos pelo toque do jay na minha cintura.

- Sim, vamos. – peguei minha bolsa e fui andando depressa até o carro.

O retorno pra casa demorou cerca de uma hora, quando chegamos em casa já era duas horas da manha, todos estavam rindo de uma piada que o Tom contou, mas logo ficaram sérios ao reparar a porta aberta e a luz acesa.

- O que a Cinthya está fazendo? – Max perguntou tentando forçar a visão através do vidro da janela do carro.

- Isso nós vamos ver agora. – falei saindo do carro.

Conforme fui me aproximando pude perceber que a fechadura da porta estava quebrada, como se alguém tivesse arrombado.

- Cinthya? – senti minha garganta apertar e uma dor tomou conta de mim.

Chamei mais uma vez e nada, eu sabia, em alguns momentos temos sensações estranhas, que não sabemos explicar. Parece que dá um aperto no coração sem motivo, uma sensação de friagem, uma dor na barriga, um sentimento de que algo vai acontecer e a maioria das vezes acontece mesmo, muitas vezes não damos o devido a valor a nossas sensações, sejam elas boas ou ruins e acabamos nos deparando com algo que poderíamos evitar, esse era o caso exato, se eu tivesse ido embora da festa na hora que eu senti isso talvez eu não estivesse nessa situação.

- Cadê ela. – Max perguntou entrando

- Alguém arrombou a porta Max. – falei o encarando com as mãos na boca.

- Será que foi algum ladrão? – Cris perguntou.

- Um ladrão que não rouba nada? – James perguntou entrando logo em seguida.

- Tem um papel aqui. – James segurou o mesmo.

- Lê James – Tom falou ansioso.

“Sophie, deixei mais um bilhetinho para você querida, aqui é o Erick, estou avisando que eu peguei a minha linda namorada de volta e se você quiser vê-la de novo, vá você o seu namorado cabeludo e o careca que achava que era namorado da Cinthya para esse endereço, é pra ir somente vocês três, se tiver mais alguém adeus Cinthya, entendeu? É pra ir assim que você ler esse bilhete, com amor Erick”

- Nada disso que vocês vão sozinhos, a gente tem que chamar a polícia. – Thomas elevou a voz.

- Não. – elevei a minha voz em algumas oitavas. – a gente não pode levar mais ninguém, não vou arriscar.

- Ela está certa. – Max concordou comigo.

- Vocês estão malucos? Ele vai matar vocês. – Cristina falou com voz de choro.

- Eu estou disposta a correr o risco. – eu estava decidida, iria com ou sem eles.

- Você não vai sozinha, e além do mais vocês estão avisados, qualquer coisa alertem a polícia e vão para o endereço, sê depois de doze horas a gente não der notícia vocês vão lá. – James falou.

- Isso não é boa idéia. – Siva falou preocupado.

- Não é boa, porém é a única. – o encarei e subi as escadas para trocar de roupa, coloquei algo leve e fiz um rabo de cavalo, os garotos foram em casa para trocar de roupa.

Me  olhei no espelho e suspirei fundo, meu coração batia forte, até que ponto vai a força de uma amizade pra você ser capaz de arriscar a sua vida pela vida da amiga?! Ela era mais que isso, era parte de mim, eu devia isso è ela, suspirei mais uma vez e desci as escadas, todos já estavam lá embaixo, Thomas sentado encarando o nada e Siva estava ao seu lado com as mãos embaixo do queixo, as meninas estavam com os olhos vermelhos e todas juntas, Nathan olhava através da janela enquanto Max e James conversavam em um canto.

- Vamos? – chamei a atenção de todos.

- Vocês têm certeza? – Thomas perguntou aflito.

- Temos. – Eu e Max falamos ao mesmo tempo.

- Se em doze horas vocês não derem sinal de vida eu chamo a policia. – Siva falou sério. – isso é uma má idéia. – ele falou para si mesmo balançando a cabeça negativamente.

- Se ele tiver feito algo com ela... – Max fechou os punhos.

- Ei, vai dar tudo certo, a gente vai conseguir. – o encarei e logo em seguida dei um abraço.

Não perdemos mais tempo e entramos no carro indo em direção ao caminho no qual Erick pediu, o silêncio no carro era torturante e cada minuto a tensão aumentava, James estava com as mãos presas ao volante e não desviava o olhar nem por um segundo, Max encarava a janela do carro enquanto eu fechei os olhos, sabe quando você está andando em um lugar e você sabe que no final dele algo de ruim vai acontecer, mas você não tem escolha a não ser continuar, porque a vida de alguém muito importante para você está em jogo? Pois bem, era assim que eu me sentia, nem que eu precisasse morrer para a Cinthya viver, eu faria e faria muito feliz.

- É aqui. – James parou o carro em frente a um antigo celeiro no meio do nada, olhei em volta só havia mato.

- Vamos. – Sai decidida do carro, era agora ou nunca.





PERSONAGENS!

Oi lindezas, então durante o decorrer da fic eu mostrei fotos dos personagens, mas o que ocorre é que eu acho que ficaria melhor se colocasse pessoas conhecidas como tal para melhorar a imaginação de vocês e assim eu poder colocar gifs no final do capítulo do mesmo jeito que eu faço com "wherever you will go" minha outra fanfic, por isso vou postar o Nome do personagem e seu novo "rosto", espero que gostem assim como eu ok?! E sim irei fazer segunda temporada, acho que mais uns 5 capítulos e acaba essa temporada, choremos todos juntos ;c



                                                 SOPHIE:



CINTHYA





CRISTINA




REBECCA



MICHELLE


MÁRCIO

(não se engane com a cara de anjinho do Márcio u.u)

ERICK





Então galera, o que acharam? eu quero a opinião de vocês, personagens novos, cara nova, KKKKK.
Comentem ok? e a partir de agora haverá um gif para a parte destacada do texto e vou colocar uma música para vocês escutarem durante a leitura do capítulo, acho que é só isso! Beijo morecos ♥