quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Capítulo 43 - Crossfire

NOTAS INICIAIS:

Lindezas me perdoem por demorar, mas aqui está um capítulo cheio de emoções para vocês, beijos.

Uma música para ouvir e um gif no fim do Capítulo representando o texto destacado! <3

The Kill -30 seconds to mars


POV Max


Andamos lentamente em direção ao grande portão de madeira desgastado a frente, de repente se podia sentir a tensão, meu coração batia assustadoramente rápido e minha respiração era pesada, minhas mãos estavam suadas, a cada passo que eu dava em direção ao antigo celeiro meu corpo se contraía, eu estava com medo, muito medo, medo do que eu irei ver ao abrir o portão.

Estávamos nós três frente ao portão, nos entreolhamos e eu pude sentir um grande suspiro vindo de nós três ao mesmo tempo. O suspiro antes do mergulho. Ao abrir aquele portão nós sabíamos que nossas vidas jamais seriam as mesmas. Respirei fundo e empurrei o portão adentrando ao local, estava tão escuro.

- Que luz é aquela? –Sophie apontou para a direção da luz.

- Vamos ver. – Jay deu um passo para frente e continuou seu caminho até a luz.

Chegamos no lugar onde a luz se fazia presente e simplesmente congelamos com a cena a nossa frente. Eu pisquei repetidas vezes para acreditar no que eu estava vendo. Cinthya com o rosto todo machucado e sentada e uma cadeira enquanto olhava para o nada com uma expressão inconsolável. Esfreguei a cabeça freneticamente e minha respiração se acelerou, eu queria ir até ela, juro, mas minhas pernas me traíram ficando paradas, imóveis.

- Meu Deus, Cinthya. – Fui tirado do estado de choque pelo grito de Sophie, ela correu para o lado dela e começou a sacudi - lá e ela não se movia.

- Meu amor, o que ele fez com você? – minha garganta se fechou e senti que ia chorar. A minha princesa, minha pobre princesa.

- James, Max, CUIDADO! – o grito desesperado de Sophie fez com que e Jay nos virássemos para trás, mas era tarde, Márcio e Erick nos pegaram desprevenidos fazendo que com desmaiássemos.

POV Rebecca

- Isso já passou dos limites, Michelle, você não vê que seqüestro é crime. – falei desesperada para Michelle que deu de ombros.

- Hoje eu me vingo e o Max será meu. – ela sorri e seus olhos ganham um olhar perverso e então ela me encara. – Não se atreva a dar pra trás agora, estamos juntas nessa.

- E-eu, eu acho que é loucura.

- Não ache nada, somente faça!

Não estou me sentindo bem, de verdade, eu amo o James, amo com todo meu coração, mas jamais o magoaria desse jeito, meu Deus!

POV Narrador.

Max e James lentamente abriram os olhos, a dor de cabeça era insuportável, mas não chegava nem perto da sensação de ver suas namoradas em sua frente , o desespero bateu, o que eles vão fazer com elas? Não, Não, Não.
Márcio estava atrás de Sophie e Erick atrás de Cinthya.

- Olhem pra cá, vocês dois. – Erick sorriu sombrio e puxou os cabelos de Cinthya fazendo ela se levantar e gemer de dor.

Max tentou se mexer, porém estava amarrado.

- Não toque nela seu desgraçado. –Max falou entre dentes.

Erick sorriu e cheirou os cabelos de cinthya, Max cerrou mais ainda os dentes a raiva estava tomando conta dele até que seu sangue sumiu do rosto quando ele percebeu que Erick tinha uma faca em sua mão.

-O que você vai fazer? – ele perguntou cautelosamente.

- Nós vamos fazer vocês sofrerem assim como nós sofremos ao saber que elas estavam namorando vocês. – assim que ele falou o Márcio que também estava com uma faca cortou o braço da Sophie fazendo a mesma dar um grito de dor e começar a chorar.

Jay tentou se soltar, mas também estava amarrado.

- Qual é a sensação Rapazes? Estar tão perto do amor de vocês e não poder tocá-las, tirá-las do perigo? Como é se sentir impotente? Hãn? – Erick falou e cortou a cintura de Cinthya fazendo a mesma gritar, Max se remexia e havia raiva em seus olhos.

E assim foi a longa e dolorosa meia hora, os meninos vendo as suas namoradas serem torturadas e sem eles poderem fazer nada, depois da longa tortura Sophie estava desmaiada e cinthya fraca no chão, havia muito sangue nelas.

- Agora eu vou matar você, Max. – Erick estava com os olhos arregalados e vindo de encontro com MAX.

- O que pensa que está fazendo, Erick? –aquela voz? Max conhecia  áqüela voz, porém não queria acreditar.

Michelle e Rebecca saíram da escuridão e foram de encontro a Erick, James e Max estavam com os olhos arregalas, eles não acreditavam que eram elas, as duas.. com eles.

- Por que? – Max perguntou entre os dentes.

Ela por um breve momento encara Erick e se vira para Max, ela estava fora de si, louca.

- porque eu te amo e ninguém além de mim vai te amar, eu não vou deixar. – ele a olhou incrédulo.

-Max, nós fomos feitos um para o outro você não vê, ela. – Michelle apontou para Cinthya que estava no chão, fraca. – ela é o problema, ela está nos separando, assim que ela se for, nada vai nos separar meu amor. –ela alisa se agacha e alisa o rosto do Max, em seguida ela se levantou e ele pôde perceber uma faca em sua mão, ela estava ido em direção à Cinthya, à sua princesa.

- O que você vai fazer, Michelle? – Max elevou a voz e ela sussurrou:

- Vou acabar com o que nos separa. – sua voz era fria, distante. Seus olhos brilhavam de emoção, de... loucura.

- O QUE VOCÊ ACHA QUE VAI FAZER SUA PUTA!- Erick de repente agarrou os braços de Michelle e ela o olhou confusa.

- Eu vou matar a vadia, está cego? – ela falou tentando se soltar porém ele a segurou mais forte. Márcio chegou logo sem seguida.

- Você não vai tocar nela, ela é minha sua louca.

- Eu vou acabar com ela, ela não vai sair daqui viva.

- Mate-a e eu mato esse merda desse careca que você tanto ama.- Não, por favor!

Enquanto os três discutiam, Rebecca observava com grande interesse o chão, levemente ela arregala os olhos e encara a pequena briga formada, sem ser percebida ela chega perto do James e retira uma navalha do bolso, o mesmo arregala os olhos e recua, ela o olha com paixão e sorri, um sorriso fraco, de arrependimento. Ela então pega a navalha e joga fazendo a mesma parar perto das mãos amarradas do James, ele a olha com surpresa e confusão, ela sorri e solta um “boa sorte para ele.”

A briga aumenta e James aproveita o momento para cortar as cordas que o prendem, já solto ele joga rapidamente a navalha para o Max e volta a posição que estava, fingindo que estava amarrado. Max rapidamente corta a corda e continua na mesma posição, os dois se entreolham e esperam a hora certa para atacar, com calma eles se movem e correm em direção ao Márcio e ao Erick, James pula em cima do Márcio e Max com toda raiva dá um soco na face de Erick que cai no chão, rapidamente se forma uma briga entre os quatro, deixando assim Michelle livre para terminar o que começou, ela se vira e começa seu caminho até a Cinthya, seu olho estava negro, havia ódio, rancor, inveja. Ela se agacha no chão e olha com desdém para Cinthya que levanta a cabeça levemente para olhá-la, ela está fraca demais para reagir, ou tentar fugir.

- Michelle. – Rebecca a adverte, mas atoa.

- Cala a sua boca, sua merda. – ela fala com ódio em sua voz  e Rebecca Suspira.

- Sabe qual é o lado ruim de te matar? – ela pergunta à Cinthya que nada responde. –é que eu só posso fazer isso uma vez.

Ela então sorri e levanta a mão segurando a faca pronta pra cravar nas costas de Cinthya, mas antes dela fazer um tiro é disparado e todos congelam, os quatro rapazes que estavam brigando param bruscamente e encaram com os olhos arregalados para o local do barulho, Cinthya arregala os olhos assim como Michelle, da onde veio o Tiro e em quem acertou?









sábado, 27 de outubro de 2012

Capítulo 42 - But I wish I was dead

NOTAS INICIAIS:

Oi lindezas, demorei não é? Enfim... Aqui está mais um capítulo, irei colocar a música para escutar enquanto leem e haverá um gif no final para representar a parte destacada.

PS: Nesse capítulo haverá cena de estupro, e serão cenas fortes, por isso se você não aguenta, ou não gosta de ler coisas desse tipo NÃO LEIA ESSE CAPÍTULO, bem... já deixei avisado.

Boa Leitura morecos (: xX


Bad Romance - 30 Seconds to Mars (cover)



- Enfim a sós. – ele sorriu e eu me encolhi em um canto, olhei em volta e observei atentamente o lugar escuro e sombrio no qual estava. – Sabe... Eu esperei demais por esse momento. – voltei meu olhar para Erick que se aproximava de mim. – momento em que ficaria somente você e eu. – ele alisou meu rosto e eu desviei dos seus toques o mais rápido que pude.

- Não pense que você vai ter algo de mim. – praticamente cuspi as palavras, por dentro eu estava morrendo de medo de sua reação embora eu não estivesse demonstrando tal sentimento exteriormente.

O mesmo se levantou e esfregou a nuca ficando de costas para mim, ele andou de um lado para o outro algumas vezes, ele parecia bastante perturbado.

- Eu achei que a gente pudesse se acertar. – ele falou enfim.

- Erick, não existe mais a gente, acabou. – falei com cautela.

¹Ele me encarou e apertou uma barra de ferro com força, talvez estivesse descontando sua raiva no objeto mais próximo, ele então apertou os lábios e apontou para mim.

- Você. – ele fez uma pausa e voltou a falar. – você está querendo dizer que não é minha? – ele me perguntou lentamente.

- Eu nunca fui Erick, tenta entender que a gente não dari... – ele não me deixou terminar de falar e veio em minha direção.

- Você nunca deixou de ser minha. – ele segurou meu queixo e apertou. –está ouvindo? Eu vou provar que você é minha, só minha. – ele puxou meu queixo e meus lábios se chocaram com os dele, apertei meus olhos, aquilo não estava acontecendo.

Ele me segurou com força e começou a beijar meu pescoço enquanto sua mãe esquerda retirava  meu casaco. Tentei falar, mas ele me impediu me beijando de novo, com violência ele tirou meu casaco e minha blusa deixando assim meus seios a mostra, ele os fitou por um tempo e sorriu, lágrimas invadiram meu olhos e cruzei meus braços sobre meus seios numa tentativa de esconder os mesmos. Erick puxou meus braços e com urgência sua mão direita foi parar no meu seio esquerdo.

- Para com isso. – com toda minha força proferi a frase.

- Será que você não percebeu que não tem escolha? – ele semicerrou os olhos e seus lábios pararam no meu seio direito.

Por várias vezes tentei me afastar, mas ele era mais forte que eu, sua mão desceu até minha intimidade que no momento só estava tapada pela calcinha e fizeram movimentos urgentes. Eu estava com uma mistura de nojo e ódio, quando você está prestes a ser violentada suas emoções ficam num borbulho, o desespero bateu quando reparei que ele só estava de boxe preta, parece que a ficha caiu, sim, eu ia ser estuprada, fui retirada dos meus pensamentos com uma tapa violenta em meu rosto. Ele não perdeu tempo e retirou a minha calcinha e sua boxe logo em seguida, meus olhos fitaram rapidamente seu membro e se dirigiram para o seu rosto, arregalei meus olhos e abri a boca.

- Por favor. – juntei forças para um sussurro suplicante. – não.

- Cala a boca. – ele dessa vez me deu dois socos no rosto e eu fiquei tonta com tamanha dor.

Não demorou muito e eu senti uma ardência enorme, ele havia me penetrado violentamente, apertei os lábios para conter os gritos de dor que aquela sensação proporcionava, seus lábios passeavam no meu pescoço e eu soltei um gemido de dor, não consegui conter, aqueles gritos eram de socorro, inútil já que ninguém estava nos ouvindo. Depois de alguns minutos as investidas violentas de Erick se cessaram, respirei cansada e chorei com mais intensidade, olhei para o lado e estiquei os braços puxando meu casaco para perto. 

- Ainda não acabei. – ele sussurrou em meu ouvido e rapidamente me fez deitar de bruços e se colocou por cima de mim novamente. – sabe... –ele cuspiu em seus três dedos e passou os mesmos entre minhas nadegas - eu gosto por trás também. - em seguida ele estocou forte contra mim invadindo a parte do meu corpo que até então eu matinha intacta. Sexo anal nunca pareceu algo bom e que fosse realmente trazer algum prazer pra mim. Sempre me recusei aos pedidos e choramingos de Erick quanto a isso e agora ele estava consumando sua vontade do pior jeito possível.

Soltei um grito desesperado de dor, essa sensação eu não recomendo para 
ninguém, as investidas se intensificaram assim como a dor também, eu 
sentia como se algo estivesse se rasgando dentro de mim, minha visão 
começou a embaçar e a dor estava bem longe do que era no começo, a dor
foi tanta que eu fiquei fraca, não demorou muito e senti um liquido quente
dentro de mim, Erick chegara ao seu ápice.

- Isso foi perfeito, perfeito meu amor. – ele beijou minha bochecha e se
levantou em seguida.

Esperei mais alguns minutos e me sentei, a dor ainda se fazia presente, não
tanto quanto antes, mas ainda era incômoda.²Automaticamente me 
abracei e comecei a chorar, eu sentia nojo de mim, nojo do meu corpo, eu
não desejo esse pesadelo nem para o meu pior inimigo, ainda chorando
comecei a vestir minhas roupas com certa dificuldade, Erick não demorou muito e voltou ao local no qual eu estava.

POV’S Max

Eu estava em choque, aquele desgraçado estava com a minha princesa, ele
a tomou de mim, a raiva falava mais alto, eu não consegui reagir quando
soube da notícia, até mesmo eu me surpreendi com a tamanha calma que eu
estava, mas na verdade era raiva reprimida, fiquei quieto o caminho todo
pensando como ela estava, ou se ela estava ferida, eu não quero nem
pensar se ele fez algo com ela.

- É aqui. – James parou o carro em frente a um antigo celeiro no meio do nada.

- Vamos. – Sophie foi a primeira a sair do carro e eu fui o segundo.

O lugar era completamente abandonado e escuro, um vento gelado apareceu
e eu fui obrigado a cruzar meus braços numa tentativa de me proteger, nos
encaramos mais uma vez e devagar fomos em direção ao velho celeiro que
estava na nossa frente.






¹

²

É isso ai lindezas, peguei pesado não é? Mas vamos ser realistas, era meio que óbvio disso acontecer, enfim, quero meus comentários porque isso me incentiva MUITO a escrever, beijos, paz e amor ♥

PS: Quero agradecer a Glau que me ajudou a escrever esse capítulo devido a minha falta de criatividade, obrigada meu anjo s2


domingo, 21 de outubro de 2012

Capítulo 41 - It's now or never

NOTAS INICIAIS:
Oi lindezas, então a fic está chegando ao fim e como eu disse haverá segunda temporada, vai ter um gif no final do capítulo representando a parte destacada e vou colocar a música para escutarem durante o tempo que vocês irão ler. Boa Leitura e por favor, deixem comentário, isso me incentiva MUITO <3

Meet me on the Equinox - Death Cab for Cutie




Sophie POV’S

- O que acharam da apresentação? – Thomas falou ansioso.

- Amor, você foi ótimo, todos vocês foram. – Kelsey deu um beijo no Tom

- O que foram aquelas meninas puxando a sua calça, seu James? – falei brincalhona e ele passou os braços em minha cintura.

- Você sabe que eu só tenho olhos pra você né? – ele roçou seus lábios no meu e nos beijamos.

Chegando ao final do evento fomos para a festa logo em seguida, tinha muita gente lá e vários famosos, vários deles vinham até onde estávamos para elogiar o desempenho dos meninos, estava tudo simplesmente perfeito, não tudo porque faltava uma pessoa aqui, era a Cinthya. Falando nela eu estava com um pressentimento estranho, algo me falava para ir correndo até em casa.

- Que cara de bunda é essa Sô? – Cristina chegou eufórica.

- Estou com uma sensação ruim. – falei pensativa.

- Vocês quando estão assim termina acontecendo algo mesmo, tenho medo. - ela falou agora séria.

- O que foi, vida? – Jay se aproximou

- Estou com um pressentimento ruim jay. – o encarei.

- Relaxa, vamos aproveitar mais um pouco e a gente vai pra casa pode ser? – Ele beijou minha cabeça e eu concordei.

A festa estava rolando e eu não consegui aproveitar mais nada, minha cabeça estava em casa, eu queria ir o mais rápido possível pra lá e parecia que as horas não passavam, é incrível que quando você está animada parece que a hora voa, mas quando você esta querendo ir embora os segundos parecem minutos.

- Vamos? – Fui tirada dos meus pensamentos pelo toque do jay na minha cintura.

- Sim, vamos. – peguei minha bolsa e fui andando depressa até o carro.

O retorno pra casa demorou cerca de uma hora, quando chegamos em casa já era duas horas da manha, todos estavam rindo de uma piada que o Tom contou, mas logo ficaram sérios ao reparar a porta aberta e a luz acesa.

- O que a Cinthya está fazendo? – Max perguntou tentando forçar a visão através do vidro da janela do carro.

- Isso nós vamos ver agora. – falei saindo do carro.

Conforme fui me aproximando pude perceber que a fechadura da porta estava quebrada, como se alguém tivesse arrombado.

- Cinthya? – senti minha garganta apertar e uma dor tomou conta de mim.

Chamei mais uma vez e nada, eu sabia, em alguns momentos temos sensações estranhas, que não sabemos explicar. Parece que dá um aperto no coração sem motivo, uma sensação de friagem, uma dor na barriga, um sentimento de que algo vai acontecer e a maioria das vezes acontece mesmo, muitas vezes não damos o devido a valor a nossas sensações, sejam elas boas ou ruins e acabamos nos deparando com algo que poderíamos evitar, esse era o caso exato, se eu tivesse ido embora da festa na hora que eu senti isso talvez eu não estivesse nessa situação.

- Cadê ela. – Max perguntou entrando

- Alguém arrombou a porta Max. – falei o encarando com as mãos na boca.

- Será que foi algum ladrão? – Cris perguntou.

- Um ladrão que não rouba nada? – James perguntou entrando logo em seguida.

- Tem um papel aqui. – James segurou o mesmo.

- Lê James – Tom falou ansioso.

“Sophie, deixei mais um bilhetinho para você querida, aqui é o Erick, estou avisando que eu peguei a minha linda namorada de volta e se você quiser vê-la de novo, vá você o seu namorado cabeludo e o careca que achava que era namorado da Cinthya para esse endereço, é pra ir somente vocês três, se tiver mais alguém adeus Cinthya, entendeu? É pra ir assim que você ler esse bilhete, com amor Erick”

- Nada disso que vocês vão sozinhos, a gente tem que chamar a polícia. – Thomas elevou a voz.

- Não. – elevei a minha voz em algumas oitavas. – a gente não pode levar mais ninguém, não vou arriscar.

- Ela está certa. – Max concordou comigo.

- Vocês estão malucos? Ele vai matar vocês. – Cristina falou com voz de choro.

- Eu estou disposta a correr o risco. – eu estava decidida, iria com ou sem eles.

- Você não vai sozinha, e além do mais vocês estão avisados, qualquer coisa alertem a polícia e vão para o endereço, sê depois de doze horas a gente não der notícia vocês vão lá. – James falou.

- Isso não é boa idéia. – Siva falou preocupado.

- Não é boa, porém é a única. – o encarei e subi as escadas para trocar de roupa, coloquei algo leve e fiz um rabo de cavalo, os garotos foram em casa para trocar de roupa.

Me  olhei no espelho e suspirei fundo, meu coração batia forte, até que ponto vai a força de uma amizade pra você ser capaz de arriscar a sua vida pela vida da amiga?! Ela era mais que isso, era parte de mim, eu devia isso è ela, suspirei mais uma vez e desci as escadas, todos já estavam lá embaixo, Thomas sentado encarando o nada e Siva estava ao seu lado com as mãos embaixo do queixo, as meninas estavam com os olhos vermelhos e todas juntas, Nathan olhava através da janela enquanto Max e James conversavam em um canto.

- Vamos? – chamei a atenção de todos.

- Vocês têm certeza? – Thomas perguntou aflito.

- Temos. – Eu e Max falamos ao mesmo tempo.

- Se em doze horas vocês não derem sinal de vida eu chamo a policia. – Siva falou sério. – isso é uma má idéia. – ele falou para si mesmo balançando a cabeça negativamente.

- Se ele tiver feito algo com ela... – Max fechou os punhos.

- Ei, vai dar tudo certo, a gente vai conseguir. – o encarei e logo em seguida dei um abraço.

Não perdemos mais tempo e entramos no carro indo em direção ao caminho no qual Erick pediu, o silêncio no carro era torturante e cada minuto a tensão aumentava, James estava com as mãos presas ao volante e não desviava o olhar nem por um segundo, Max encarava a janela do carro enquanto eu fechei os olhos, sabe quando você está andando em um lugar e você sabe que no final dele algo de ruim vai acontecer, mas você não tem escolha a não ser continuar, porque a vida de alguém muito importante para você está em jogo? Pois bem, era assim que eu me sentia, nem que eu precisasse morrer para a Cinthya viver, eu faria e faria muito feliz.

- É aqui. – James parou o carro em frente a um antigo celeiro no meio do nada, olhei em volta só havia mato.

- Vamos. – Sai decidida do carro, era agora ou nunca.





PERSONAGENS!

Oi lindezas, então durante o decorrer da fic eu mostrei fotos dos personagens, mas o que ocorre é que eu acho que ficaria melhor se colocasse pessoas conhecidas como tal para melhorar a imaginação de vocês e assim eu poder colocar gifs no final do capítulo do mesmo jeito que eu faço com "wherever you will go" minha outra fanfic, por isso vou postar o Nome do personagem e seu novo "rosto", espero que gostem assim como eu ok?! E sim irei fazer segunda temporada, acho que mais uns 5 capítulos e acaba essa temporada, choremos todos juntos ;c



                                                 SOPHIE:



CINTHYA





CRISTINA




REBECCA



MICHELLE


MÁRCIO

(não se engane com a cara de anjinho do Márcio u.u)

ERICK





Então galera, o que acharam? eu quero a opinião de vocês, personagens novos, cara nova, KKKKK.
Comentem ok? e a partir de agora haverá um gif para a parte destacada do texto e vou colocar uma música para vocês escutarem durante a leitura do capítulo, acho que é só isso! Beijo morecos ♥








quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Capítulo 40 - Tell me what the fuck is wrong with me

Oi lindezas, então vou pedir que vocês escutem uma música enquanto leem ok?

Linkin Park - Given Up



POV’S Erick

E aqui estou eu sozinho no quarto de hóspedes do apartamento da Michelle me afundando cada vez mais na cocaína, essa maldita, você pensa que a cocaína vai aumentar a sua percepção, que ela vai te ajudar a ser mais esperto, que você será capaz de controlar as coisas, é uma tremenda asneira. Depois de um tempo você começa ficar endividado, nem toma mais banho, abandona os seus amigos e familiares e torna-se indefeso e solitário.  Cocaína é como uma luz para as mariposas: atrai cada vez mais e mais. Não é físico, tá na sua cabeça, quanto mais você tem, mais você quer, eu já estou fudido mesmo, não vai adiantar nada, a Cinthya seguiu em frente, todos seguem em frente e eu estou aqui, várias pessoas já tentaram me fazer sair, mas eu não consigo, esse é um caminho sem volta, você acha que eu não tento sair? Eu tento sim, mas é impossível, já não tenho mais animo para nada e ver como a Cinthya me superou tão rápido é algo que eu não consigo aceitar, ver ela feliz com outra pessoa além de mim é inaceitável a meu ver, dói saber que ela está feliz sem mim, por alguns momentos sinto dor em viver, uma angústia toma conta de mim. Sinto-me como um céu composto por seu negro vazio existencial sem o brilho das estrelas, tento buscar palavras que possam representar a minha dor, mas não as encontro. Nem chorar, nem fogo, nem inferno, nem lamento, nem sofrimento servem para exprimir a dor que estou sentindo neste momento, quando deito pra dormir, com a escuridão da noite memórias me trazem lembranças de puro sofrimento, meu coração partido em pedaços, minha alma morta, e meu corpo enfraquecido, as lagrimas insistem em descer, estou perdido em um mundo cercado de desgraça e miséria.

O mundo cruel tornou a minha vida insana, pois obstáculos freqüentes e maiores me derrubam, às vezes chego a questionar minha existência, então se sou mesmo humano porque não ajo como tal? Quero mudar mais não consigo, quero sorrir mais choro, quero ter Deus perto de mim mais o afasto, sou incompreensível, perturbado não consigo se quer acreditar em mim, estou fraco e mais fraco tenho medo de ficar sozinho, às vezes eu tento cometer loucuras. Caio no chão e não consigo levantar-me, olhos pra todos os lados e ninguém por perto, me derramo em lágrimas e continuo no chão úmido e sujo, meu corpo aos poucos perde sua cor viva e estonteante pois é contagiosa há tristeza em meu coração, falo sozinho e estou perdendo a fé, em momentos de crise imagens frias e passadas repetem sem dó na minha mente pareço estar vivendo tudo de novo, meu Deus porque sou assim? Não sei se foram minhas escolhas erradas, me arrependo de estar aqui agora... Todos os dias quando eu acordo eu acordo sorrindo por achar que o dia será diferente, que será bom e todos os dias eu me deito chorando por ver que aquele dia foi como outro qualquer, dolorido, sofrido e indiferente. Eu tenho um buraco enorme no meu peito, uma ferida que parece que nunca será cicatrizada, eu tenho “tudo”, eu sei, mas o que  é ainda ter tudo e não ter com quem compartilhar? Mas quer saber? Já que eu estou na lama vou é me sujar, e tem mais, que se foda tudo, já estou ferrado nesse mundo e eu não vou me ferrar sozinho, como falei a Cynthya é minha e de mais ninguém, ela é meu brinquedo e eu não acabei de brincar para outra pessoa pegá-la.

Me levantei ainda meio alucinado pela quantidade de cocaína que ingeri, se todos já me viam como um ser desprezível vou ser desprezível então, avistei a chave do carro em cima da mesinha da sala e fui em direção a porta para sair do apartamento, eu sei o que fazer, aliás, eu sei aonde ir, conforme fui dirigindo o efeito da droga tomou completamente o meu corpo e eu já não estava no meu juízo perfeito, me sinto bem e me sinto mal ao mesmo tempo, esfreguei minha cabeça num ato desesperado, tudo a minha volta começou a passar devagar e parecia que somente eu estava numa velocidade normal, naquele momento era só eu e eu, acelerei mais ainda, eu queria chegar rapidamente ao meu destino, eu só ia ficar satisfeito quando completasse o que eu iria fazer e ninguém iria me impedir, Cinthya ia ser minha hoje mesmo.
Parei em frente ao lugar que eu queria e antes de sair do carro procurei uma caneta e papel e rapidamente achei no porta-luvas do carro, minha visão estava meio turva então esfreguei os olhos para ver se melhorava, rapidamente escrevi o que eu queria e dei uma ultima olhada, sorri satisfeito e sai do carro olhando para os lados para ver se tinha muitas pessoas na rua que talvez pudessem ver o que eu faria, olhei para a casa a minha frente e... BINGO! Parece que alguém esta em casa hoje, não pensei duas vezes e dei um chute na porta fazendo a mesma abrir violentamente e a garota sentada no sofá desse um pulo de susto, quando Cinthya direcionou seu olhar a mim eu sorri, um sorriso malicioso, ela então arregalou os olhos e se levantou do sofá andando para trás numa tentativa de fugir, dei passo em sua direção e seus olhos estavam com lágrimas, andei mais rápido e segurei seu cabelo com força quando ela se virou fazendo menção de correr puxei sua cabeça fazendo seu corpo se chocar com o meu.

- Você vem comigo. – falei num sussurro e a puxei comigo, mas antes deixei um papel no sofá.

Ela se debatia fazendo com que me esforçasse mais para colocá-la dentro do carro, tateei minha calça a procura do celular e rapidamente o achei, o retirei do bolso e antes de qualquer coisa dei partida no carro saindo o mais rápido do local.

 Alô, Márcio? Adiantei o plano, chama as garotas e vai para o local que a gente combinou. | Foda-se se eu sou doido porra, faz logo o que eu falei.

Desliguei e acelerei, Cinthya me olhava aterrorizada, havia medo em seus olhos, eu não conseguia despertada nada além de medo nas pessoas à minha volta, já que era assim paciência.

- Você está maluco. – ela pela primeira vez falou comigo e eu fechei os olhos aproveitando o som da sua voz.

- Eu estava com saudades de escutar a sua tão doce voz meu amor. – falei sorrindo em sua direção e seu rosto formou uma careta de incredulidade.

- Eu não sou o seu amor. – ela praticamente cuspiu aquelas palavras, eu apertei as mãos no volante e parece que o efeito da cocaína se espalhou mais ainda me fazendo esfregar a cabeça novamente.

- Você é minha e pronto, não se preocupe que dessa vez ninguém vai nos separar. – sorri maldoso para ela.

- O que você quer dizer com isso? – ela perguntou com medo.

- Estou falando do seu namoradinho careca, ele vai vim atrás de você e eu vou matá-lo, simples assim.

- Você é maluco.

- Eu sei, agora cala a porra da sua boca. – falei por fim e acelerei mais ainda, eu não ia perder tempo.

domingo, 14 de outubro de 2012

Capítulo 39 -But I know that we'll be alright


POV’S Sophie

Abri meus olhos, mas me arrependi, a luz branca fez com que eu os fechasse automaticamente, abri de novo agora devagar e eles aos poucos foram se acostumando com a luz, eu estava em um quarto de hospital, rolei meus olhos por todo o quarto e meu olhar voltou para duas pessoas cochilando em duas poltronas nada confortáveis, tentei me mexer sem fazer barulho, mas foi impossível, os dois abriram os olhos e pelo que eu percebi eles ficaram chorando por um bom tempo.

- Meu amor você acordou. – James falou se aproximando e tocando um rosto.

- Amiga que susto você deu. – Cinthya falou com lágrimas nos olhos.

Não demorou muito e eu me lembrei do motivo por estar no hospital, rapidamente minha garganta fechou e meus olhos se encheram d’água, coloquei minhas mãos sobre meu cabelo e percebi que ele estava curto, eu não entendi o porquê daquilo, o que eu fiz?

- Eu estou horrível. – falei e chorei com mais vontade, Cinthya deu um olhar significativo para James que assentiu e saiu do quarto.

-Amiga, o seu cabelo a gente dá um jeito, você é linda de qualquer jeito, eu quase morri de preocupação sabia? Eu achei que ia te perder.

- Eu achei que não ia sair dessa cara, eu estava sentindo tanta dor que a escuridão que insistia em se aproximar me pareceu bastante atrativa, parecia que se eu me entregasse à ela seria mais fácil.

- Mas você venceu amiga, você está aqui de novo, a gente te ama demais, eu te amo demais pra te perder, somos uma só lembra? Se você fosse embora como eu ficaria?

- Verdade não você não ia durar um minuto sem mim. – sorri em meio às lágrimas e ela sorriu fraco. – Ele ficou aqui o dia todo? – perguntei me referindo ao Jay.

- O dia todo? – ela sorriu. – amiga ele não saiu desse quarto a dois dias, só saia para comer e ir ao banheiro. Quando ela disse isso eu sorri e as lágrimas caiam no meu rosto. – Bem... Eu acho que vou chamá-lo aqui para vocês terem uma conversa. – ela sorriu e beijou minha testa saindo logo em seguida.

Uma vez eu li em algum lugar que quando uma pessoa te ama de verdade ela não desiste de você, isso é a mais pura verdade, quando a pessoa te ama ela faz questão de mostrar não só para você, mas para todos ao seu redor esse sentimento, eu não sei por que eu ainda cheguei a duvidar de algo assim, a nossa história foi tão intensa, esse sentimento que nasceu foi tão rápido que eu me assustei, eu fiquei com medo de estar me enganando, mas ele conseguiu me provar que não, não foi à toa que um pouco antes da escuridão tomar conta de mim a ultima coisa que eu vi foi o seu rosto, o rosto do James sorrindo pra mim. Voltei à realidade quando o barulho da porta se fez presente, olhei para a direção do barulho e lá estava ele com os olhos vermelhos e inchados de tanto chorar e com um sorriso bobo no rosto, eu observei cada detalhe dele, a barba não feita, os cabelos desarrumados, mas não deixando de estar com os cachos, sua blusa xadrez, sua calça preta e seu all star, ele era perfeito, perfeito pra mim, eu não tenho mais dúvidas, a suprema felicidade da vida é a convicção de ser amado por aquilo que você é, ou melhor, apesar daquilo que você é e apesar dessa pessoa insuportável, ciumenta, boba e irritante que eu sou, ele me ama assim mesmo.

- Ei vida, você me assustou sabia. – ele tocou meu rosto assim que chegou perto da cama, logo depois ele puxou a poltrona pra perto e se sentou.

- Eu sei, eu achei que não ia sair dessa. – sorri de leve.

- Se você tivesse ido embora, eu seria obrigado a ir atrás de você sua teimosa. – ele falou secando uma lágrima que caia.

- Um pouco antes de tudo ficar preto, quer saber a última coisa que me passou pela cabeça? – eu perguntei e ele fez um gesto negativo com a cabeça. – foi você.

- Eu te amo tanto, eu não suportaria te perder. – ele falou me dando um beijo na testa.

-Eu te amo mais. – puxei sua nuca e nossos lábios se colaram.

Não me importei com o hálito, não me importei com nada, eu só queria sentir a sua boca na minha, sentir o seu calor, só perto da morte eu pude perceber o quanto James era essencial na minha vida, o quanto eu não conseguiria viver sem ele. Acho que o amor é isso, é querer pertencer ao outro, não por submissão ou posse, mas por entrega, agora eu sei como dói ficar longe de quem a gente ama de verdade quando eu achei que jamais o veria de novo, ficar sem ele é ter a noção do tempo e não saber preenchê-lo, é perder a paz e conhecer a ausência de alguém presente, naquela hora que eu pensei que não o veria mais talvez tenha sido o maior desafio pro meu coração. No começo eu tentava apenas gostar dele, pois tudo era tão simples. Não queria amar... dizia: "amar não é para mim! Gosto tanto de estar sozinha", mas ele com esse seu jeito, bobo, inocente, gostoso..conseguiu me fazer ir além do apenas gostar. 

(...)

- Vamos pro salão cara, a gente tem que se arrumar. – Cristina falou.

Já tinha se passado um mês desde que aconteceu isso comigo, fui à polícia e fiz corpo delito, até hoje não conseguiram descobrir quem e porque fez isso, eu tinha minhas dúvidas, mas não posso acusar sem provas não é mesmo, tentamos esconder essa história dos repórteres, imagina o rolo que ia ser se eles me vissem machucada? Iam falar que James me batia. Hoje eles estavam um tanto quanto animados, pois ele iriam se apresentar em um grande evento, eu e Cristina estávamos indo para o salão junto com Nareesha e Kelsey, a Cinthya não estava se sentindo bem e não vai poder ir, ela insistiu para que nós fossemos embora quiséssemos ficar com ela.

- Você tem certeza que vai ficar bem? – perguntei mais uma vez e Cinthya revirou o olho.

- Vou cara, que saco, vai logo. – ela sorriu e eu me despedi, estava com uma sensação estranha, mas resolvi ignorar, deve ser algo da minha cabeça.

Passamos o dia todo no salão, fizemos a unha, o cabelo, maquiagem e a roupa trocaríamos no apartamento da Nareesha, estávamos tão animadas e orgulhosas deles, antes de namorada eu era fã e ver eles assim tão felizes me dá uma alegria inexplicável. Não demorou muito eu, Cris, naree e kelsey estávamos prontas e fomos para a apresentação, tivemos que passar pelo tapete vermelho e vários fotógrafos chamaram nosso nome e pediram para fazer pose, era uma coisa de louco, eu estava ficando tonta de tantos flashes na minha direção, depois de um tempo fomos para os nossos lugares e logo os meninos iam se apresentar.