Oi amores. Desculpem a longa demora ara atualizar a Last To Know. Só que a The Weekend estava no fim e eu decidi me dedicar logo para terminá-la e poder dar atenção para as outras.
Antes de leerem o capítulo eu vou indicar as minhas 2 fics de parceria.
A minha com a Glau. (a autora de The Love Kickstats Again. - melissa e max )
http://fearnotevilfanfic.blogspot.com
E a outra é com a Bianca (autora de Crossfire.)
http://outofsight-fanfiction.blogspot.com.br
É isso e boa leitura. <3
SOPHIE.
Por que ela não acorda
doutora?! Você disse que ela estava bem...
Jay. É o Jay. Tento esticar meu braço, mas meu corpo não me
obedece. Por quê?! Eu quero chamá-lo, mas a minha boca esta fechada. Droga logo
a escuridão me pega e eu não consigo saber de nada. Onde eu estou?! Doutora... Devo estar em algum hospital.
Logo eu me lembro. O canivete em minha pele. Os gritos. Meu Deus. Sinto meu
coração acelerar. Escuto alguns gritos distantes e logo sinto mãos em mim. A
escuridão retorna e eu apago.
Meu amor, por favor, acorde.
Eu preciso de você comigo. Volte pra mim Sophie.
E eu ouço de novo. O lamento de Jay. Há tanta dor em sua voz.
Meu pobre cachinhos. Eu o amo tanto. Vamos,
Sophie. Tente se mexer. Eu tento mover a minha mão que Jay está segurando.
Mas é em vão. Droga! A escuridão
retorna. Não, não, não. De repente
uma vontade enorme de fazer xixi aparece e eu abro os olhos. Olho toda a sala.
Está escuro. Olho para minha esquerda e Jay esta dormindo em uma poltrona da
cor vinho. Sua posição não é nenhum pouco agradável. Observo-o com mais
atenção. Seu cabelo bagunçado. Blusa amassada. Pobre James. Não deve ter saído
do meu lado. Não quero ter que acordá-lo. Ele parece exausto e tudo minha
culpa. Movo-me lentamente a fim de me sentar. Mas solto um gemido de dor. Lembro-me
dos cortes pelo corpo. Olho ansiosamente para o lugar em que ele está. O mesmo
se mexe e lentamente abre os olhos. Ele pisca algumas vezes e seu olhar para em
mim. Em um segundo ele percebe que eu estou acordada e arregala os seus lindos
olhos azuis enquanto se levanta apressado para o meu lado.
– Óh, Sophie. Graças a Deus. – Sua voz é rouca e cheia de alivio.
Meu jay.
– Xixi. – É a única palavra que consigo falar. Xingo-me
mentalmente por não elaborar uma frase para ele.
– Claro. Eu vou chamar a enfermeira.
Ele não me deixa responder e corre em direção ao corredor.
Logo uma mulher aparentando ter uns cinqüenta anos vem em minha direção me
examinar. Minha bexiga reclama e eu me contorço.
– Ela quer fazer xixi. Jesus. Depois você a examina melhor. –
Jay estala e a mulher o olha passiva.
– Ela está de fralda. Portanto...
O que?! Não mesmo. Não vou fazer xixi em fralda nenhuma.
– Não. Eu quero fazer xixi no banheiro.
– Não acho que seja necessário, senhorita. – Ela insiste e antes
que eu reclame, Jay se intromete.
– Com licença.
Ele me pega nos braços e me leva para o banheiro que fica no
quarto mesmo. Ignorando as reclamações da enfermeira ele me coloca em pé e eu
me apoio na pia. Com toda a paciência ele tira a fralda – graças a Deus ainda
não usada– e eu fico somente com o roupão do hospital.
– Venha. – Ele pega meu braço e me coloca sentada no vaso.
Logo sem seguida ele encosta-se a pia e me olha. O que?! Não
mesmo que ele vai me ver fazer xixi. Deus. Eu não vou conseguir segurar por
muito tempo, mas não vou fazer na frente dele.
– Eu ja te vi pelada. Pelo amor de Deus.– ele reclama e eu abro a boca escandalizada.
Dou um olhar significativo para
o mesmo e ele revira os olhos indo para fora. Com um suspiro eu solto o líquido
e fecho os olhos enquanto urino.
(...)
– Como se sente? – Jay me pergunta enquanto eu termino que
tomar o último gole da canja de frango. Não sei se é porque eu estava com muita
fome ou se mudaram o jeito de cozinhar no hospital. Mas a sopa estava ótima.
– Bem melhor agora. – afasto o prato de mim e coloco na
bandeja que esta na mesinha ao lado da cama. Volto a olhá-lo. Oh, eu o amo
tanto. E eu sei que ele me ama. – Obrigada por ficar comigo. Eu te amo.
Ele me recompensa com o seu lindo sorriso tímido.
– É o que fazemos quando amamos. Sophie. Ficamos com a pessoa
amada. – Assim que ele responde meu coração praticamente derrete.
Algumas horas depois todos estão dentro do quarto para me
ver. Estou feliz. Tom, Siva, Nathan, Kelsey, Nareesha, Cristina... Mas cadê Max
e Cinthya?! Ela ainda está aqui no hospital ou aqueles pervertidos não podem me
ver primeiro pra depois irem se divertir?!
– Onde estão Max e Cinthya? – Coloco a minha curiosidade para
fora e percebo o rosto de todos ficando sérios. Então eles se entreolham. O que
houve?! – Me digam. – Minha voz sai num tom desesperado.
Todos olham para Siva e ele suspira.
– A Cinthya está em casa. – ele hesita, mas resolvo
continuar. – Max está com ela.
– ÓH, graças a Deus. Vocês me assustaram. Como ela está?
Siva engoliu a seco e continuou.
– Bem... e-ela bem...
– Sophie. Prazer. Sou a doutora Genna. – Uma mulher entrou no
quarto e veio em minha direção. Ela olhou para todos ali e sem dizer mais nada
eles saíram da sala me deixando sozinha com ela.
– Doutora...
– Me chame de Genna, querida.
– Genna. A Cinthya. O que houve? – Minha amiga. Meu Deus.
– Assim que vocês foram internadas aqui nesse hospital nós
examinamos vocês. Descobrimos que Cinthya havia sido estuprada. E isso lhe
causou um trauma. – O que? Meu Deus Cinthya.
– Eu conversei com Max. Ele esta arrasado. Ela não suporta o toque dele. Pelo
menos por enquanto. Eu vou precisar da sua ajuda, Sophie.
– C-claro que sim. Eu faço o que for preciso. Meu Deus. –
Respondi horrorizada. Aquele monstro.
Fiquei conversando mais alguns minutos com a Genna e depois
de dois dias eu recebi alta. Jay estava me esperando. Dessa vez com os cabelos
arrumados. Uma roupa nova. Perfumado. Meu James. Ele veio ao meu encontro e me
abraçou. Ele segurou minha cabeça entre suas mãos e me olhou com os olhos
cheios d’água.
– Eu achei que nunca mais a veria. – Sua voz é baixa.
Segurando o choro.
– Eu não iria te deixar tão facilmente Sr. McGuiness. – Eu
sorrio e ele me puxa para um beijo.
(...)
Jay abriu a porta de casa e eu suspirei. Enfim em casa. Eu
ainda estava dolorida. Subi as escadas e fui diretamente para o quarto da
Cinthya. Ela estava sorrindo ao lado de Cristina. Quando me viu ela correu e me
abraçou. Prendi a respiração e agüentei a dor que o abraço me causou. Assim que
ela me soltou suspirei.
– Estava com saudades. – ela me encarou e eu a abracei de
novo.
– Eu também. Como você está?
– Bem. – ela em respondeu e eu a observei. Ela parecia bem.
Continuamos conversando e logo ouvimos vozes lá embaixo. Eram as vozes de
Nathan e Max.
Olhei para Cinthya e ela estava ofegante e com os olhos
arregalados. A balancei e ela me olhou.
– Não deixa ele me tocar, Sô.
Pobre Cinthya. Ele te
ama, Cinthya.
– Amiga, ele é o Max. O seu Max. Ele jamais ia te fazer mal. –
Meus olhos estavam cheios d’água.
– Eu sei. Eu só tenho medo. Não sei o que ele vai fazer ao me
tocar. Por favor. Não deixe ele me tocar. – Ela me segurou apertado e eu senti
uma enorme pena dela. Coitado do Max. Ele
te ama amiga. Você precisa entender.
CRISTINA.
Sai do quarto e fui tomar banho para sair com Nathan. Com
toda essa confusão não tivemos tempo para nada. Agora com as meninas em casa
podemos relaxar. Me arrumei e logo escutei Nathan e Max na sala. Iríamos ao
cinema e depois comer em algum lugar. Desci as escadas e fui recebida com um
sorriso que poderia iluminar toda a Londres. – não literalmente, é claro. Me
despedi de Max que subiu as escadas em direção ao quarto da Cinthya. Pobre Max.
Mesmo com Cinthya não querendo vê-lo ou o deixar tocá-la. Todo dia ele vem
saber como ela está.
Fomos andando mesmo. O cinema não era longe e dava mais tempo
para aproveitarmos. Quando paro para pensar sobre tudo que está acontecendo.
Parece que é um filme. Eu namoro com meu ídolo. Minhas amigas foram seqüestradas
por ex-namorados malucos. Se eu for contar ninguém acredita. Um carro de som
passou pela gente enquanto caminhávamos e estava tocando a música do one
direction. No mesmo momento Nathan revirou os olhos. Não acredito que ele ainda
está com ciúmes do Harry.
– Sério isso? – O encarei e ele me olhou com uma falsa
dúvida.
– Isso o que?
Estreitei os olhos para ele.
– Eu vi você revirando os olhos, Nathan. – Falei e ele
estalou a boca negativamente. – Ainda é o lance com o Harry? Sério? Achei que
já tínhamos superado.
Ele fez um bico e faz uma expressão de aborrecido.
– Só não o quero dando em cima do que é meu. – Ele responde. Parece
uma criança pirracenta às vezes. Meu Deus.
Decido não responder para não azedar o nosso clima. Já
estávamos na fila para comprar os ingressos para vermos Mercenários. Eu
simplesmente esperei muito por esse filme. Quando falei para Nathan a minha
escolha ele ficou levemente surpreso. Ele esperava que eu dissesse o que?
Eclipse?! Não muito obrigada. Ele está abraçado por trás de mim e de vez em quando
beija minha bochecha enquanto esperamos a nossa vez de comprar. Sinto flashes
em minha direção, mas prefiro ignorar. Quando aceitei namorá-lo eu sabia o
pacote de peso que viria com ele. Continuo a olha para frente e presto atenção
no homem que está diante de mim. Olho as suas costas e seu cabelo. Ele me
lembra alguém. Não. Jesus. Não pode ser.
Ele se mexe. Parece que esta falando com alguém. Uma morena sorri e vai para o
seu lado. Ele coloca as mãos no bolso e tira duas notas e dá para ela. A mesma
anda em passos apressados para uma barraca de doce que esta há alguns metros.
Ele se vira para observá-la. Não olha pra
mim. Não olha pra mim. Eu oro mentalmente. Mas em vão. Assim que ele se
vira, as minhas intuições estavam certas. Era o Harry. Que droga. Sinto o corpo
de Nathan ficar tenso.
– Cris. Quanto tempo. – ele se curva e beija minha bochecha.
Sinto o braço de Nathan se apertar em minha cintura.
– Verdade. – o respondo com um sorriso educado.
– E as meninas como estão? Eu vi as notícias. Sinto muito. –
ele lamente e eu sei que ele esta sendo sincero.
– Elas estão melhores. Obrigada.
– Então que filme vocês vão ver? Ah. Oi, Nathan. – Ele desvia
o seu olhar de mim para encarar Nathan.
– Não decidimos ainda. – Antes que eu pudesse responder.
Nathan passa a minha frente. Nathan e seu ciúme. Nós sabemos muito bem que
filme vamos ver, mas claro que ele não quer correr o risco de Harry assistir o
mesmo filme.
Depois de mais algumas palavras ele se vira e a morena volta.
Veja Nathan. Pode ser a namorada dele.
– Você é um irmão muito chato Harry. – a menina da um tapa no
braço dele e sorri. Irmão?! Ok.
Viro meu rosto para olhar Nathan e o mesmo está olhando sério
para frente. Me viro ficando de frente para ele. Ele olha para mim e eu o beijo
tentando melhorar seu humor. E funcionou. Ele sorri quando paramos de nos
beijar. Volto a ficar de costas para ele e vejo Harry comprando os ingressos. Mercenários não. Mercenários não. Para
meu alívio ele compra ingressos para ver Eclipse. Aposto que foi a pedido de
sua irmã. Compramos os nossos ingressos e fomos direto para a sala que passaria
o filme.
Saudades dessa fic haha muita muita dó do Max cara tadinho do careca ... Mais ele vai entender o lado dela também ... Harry e Nath haha coitada da Cris no meio deles kkk
ResponderExcluirNecessito da continuação . *.*
ResponderExcluirnath ciúmento como sempre né kkkkkk ai to com tanta pena no Max e da Cinthya :c
ResponderExcluirMinhas nossa senhoras das escritoras de FANFICS! pensei que você ia me deixar na curiosidade e não ia postar mais nunca esse cap rsrsrs O Max sempre se ferra nas fics porque?? tadinho dele, tudo com ele é mais sofrido. que dó! NaNa é muito ciumento, que que isso?! posta maisss!
ResponderExcluiraaah vei, e esse ciumes delicioso do nathan, af eu quero UHAUAHUAHAHUA, que bom que Last to know voltoooou, adoro ♥
ResponderExcluirOmg Alina! Já estava com saudades de LTK! Eu to com muitaaaaaaa dó do Max! Ele não merecia isso! E a Cynthia esta com panico mesmo hein?!
ResponderExcluirNathan Ciumento! U.u
Harry Galinha! Kkkk
ok.. Parei!
Continua divina amor!
Espero mais LTK logo!
Beijos!!
Ledi, Loves Wanted, ou como preferir!
Pelos deuses,estou tentando me atualizar em tudo,mas sério eu to demorando.... Mais um dia eu chego lá...
ResponderExcluirbeijos
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